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Águas passadas...

O amor e a paixão
são margens do mesmo rio
o desejo a combustão
que incendeia o amor
em corpo frio...

O amor e a razão
sentimentos que se opoiem
reverso da ilusão
lágrimas de dor
em amores que dóiem.


E nas margens do amor
correntes desencontradas
a razão e a dor
se fundam e misturam
em águas passadas...

Manuel Marques (Arroz)

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5 comments:

Cris Campos said...

Manuel,

Eles são mesmo margens do mesmo rio, mas parecem quando sucumbem a estas correntes desencontradas. Muito belo o poema! Gr. Bj.!

Carlos Moraes said...

margens de um mesmo rio, de um lado a correnteza, de outro a profundidade... abs

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Complementando o comentário do amigo Carlos. correnteza de paixão
profundidade de amor.

Dulce Morais said...

Passadas... nos dois sentidos; aquelas que se dão pelo piso da vida em sentimentos belos, e aquelas que já ocorreram... mas nunca se esquecem.
Belíssimo, Manuel!

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claudia cavalcanti said...

teu poema me fez lembrar outro que diz: "reclamam da fôrça das correntezas dos rios e nada falam das margens que os aprisionam", não lembro do autor mas é conhecido.Lindo pensar o teu, bjs

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