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Quiquera

Há tempos que desejo escrever algo assim. Enfim, bastou que se me colocasse à disposição um "Tubo de Ensaio" para que eu buscasse o ânimo para colocar em prática a experiência. Com esforço, saiu! Um poema em português que não contém uma única palavra na língua portuguesa. Um prato cheio para quem gosta de morfologia. Se surtiu o resultado que eu esperava... não sei... Ainda está no "Tubo de Ensaio":


Quiquera

Empranto redisperto dociturno,
d'estratomundo, cólume, prolado...
Inquantum desintendo, mesclafurno
intólido, despero; altur, desvado.

Empranto viramundo, ensim returno,
poupenso altercimento, maiscarado.
Infanto sopimento noiteoturno,
respero, cabisfora, desalado. 

Masbém, sessachas tolda cabisdenta,
tapeço returnado porquatrudo
quervejas, nadadoura, notinventa!

Secreces quedamorte podretudo,
response pratilera luzacenta:
- Quiquera quedamorte amortesudo?

Gilberto de Almeida
14/06/2013


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5 comments:

Dulce Morais said...

Experiencia coroada de originalidade e absolutamente surpreendente!
Gostei muito, Gilberto!
Parabéns!

=> Crazy 40 Blog
=> Pense fora da caixa
=> Tubo de Ensaio
=> MeNiNoSeMJuIz®

Isa Lisboa said...

usli e esbomentar habia aque atavir!

Bom, não correu tão bem como o original, mas o que quero mesmo dizer é que gostei muito!
Parabéns por esta experiência!

Isa Lisboa
=> Instantâneos a preto e branco
=> Os dias em que olho o Mundo
=> Pense fora da caixa
=> Tubo de ensaio

Diego D' Avila said...

Muito original mesmo. Não entendi uma ou outra linha, mas acho que o seu objetivo foi atingido. Parabéns Gilberto!

Simon-Poeta said...

Lindo, meu amigo José de Almeida está de parabéns!

Gilberto de Almeida said...

Obrigado, amigos, pela compreensão! Vambora continuar, que poesia no Tubo de Ensaio, também é ciência!!!

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