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Uivos do vento...

Observo o anoitecer
sons trespassam-me
gritos agonizantes
uivos do vento
abafam meu eco...

Sombras crescem
no escurecer
nuvens que se adensam
lua cheia que se esconde
vento frio
no meu adormecer...

Minhas palavras sem eco
morrem na agonia do vento
grito!

Quero um novo amanhecer
uma nova vida sem sofrimento
quero viver...

Manuel Marques (Arroz)

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4 comments:

Dulce Morais said...

Que grito, Manuel!
Voa através do espaço e do tempo e a sua modesta leitora ainda ouve o eco de cada palavra trazido pelo vento...
Parabéns!

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Carlos Moraes said...

se o vento, o grito, a escuridão nos envolvem, amedrontam, a força daquilo que queres nos devolve o brilho na magia do amanhecer... abs

Diego D' Avila said...

Tudo a ver com nosso momento. Vamos gerar o eco, a voz que vem depois, gritando agora. Não vamos deixar morrer no vento e tampouco deixar que os fortes ventos o abafem. Parabéns Manuel! Abraços.

claudia cavalcanti said...

Manuel teu eco poético toca música que convida a alma a dançar,bjs

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