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Liberdade Que Aprisiona

 Imagem Google
Ah que sentimento é esse!
Que em meu ser floresce,
Deixando-me saudade...

Saudade do que não tenho
Não vou, nem sei se venho
Que me prende a liberdade...

Ah liberdade que me aprisiona!
Não me aperta, mas me aciona
O botão da ansiedade...

Esse esperar é meu tormento
Que me corrói o pensamento
Em busca da necessidade...

Necessidade que eu não vejo
Talvez se fosse aquele beijo...
De tamanha sensualidade...

Sensualidade que me desnuda
Cútis preta e de língua carnuda
E um teor de veracidade...

Veracidade de transparência
Cheira essência de inocência
De pura ingenuidade...

Ingenuidade ao receber
As caricias deste teu ser
De pura genialidade...

Genialidade que lhe alastra
Ela é amor e não madrasta
Repleta de seriedade...

Seriedade que contagia
Doce beijo e sua magia
Significativa desde a amizade...

Ah! Esse sentimento florido
E me sinto perdido, perdido...
Nas ruas desta cidade...
                                                                                                 
Ah! Cidade que tem por título
A paixão que lhe deu estímulo
De mentira e de verdade...
A verdade que não me engana
Tal qual a atitude mais profana
Que chamamos de saudade...

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2 comments:

Dulce Morais said...

Osny,
Gostei da construção deste poema.
Gostei da originalidade do caminho pelo qual nos leva.
Gostei sobretudo da sensibilidade poética que nos preencher ao ler cada verso.
Muitos parabéns!

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=> MeNiNoSeMJuIz®

Isa Lisboa said...

Há coisas que são simultaneamente salvadoras e carcereiras... O amor é uma delas...!

Um abraço!

Isa Lisboa
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