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Teu verso
















Tentei um dia ler teu verso,
meu Deus, aquele que o poeta
procura atento no universo
em busca íntima e secreta.

Busquei; não li; porque, disperso,

perdi-me em pródiga e indireta
procura vã que, insano e imerso,
nada revela, nem completa!

Mas quando, firme e confiante,

deixei as causas mais mesquinhas,
então vi claro - nesse instante!

- no céu noturno, que tu tinhas

na via láctea cintilante
escrito e li... nas estrelinhas...

Gilberto de Almeida

22/03/2013


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5 comments:

Cris Campos said...

Quando nos permitimos um olhar mais atento, encontramos as entrelinhas, nesse caso elas estavam nas estrelinhas... Demais Gil! Gr. Bj.!

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...


Muito bom quando alguém nos lê nas entrelinhas!
Abraço.

Dulce Morais said...

É só lá que pode ler-se bem...
Muito belo, Gilberto!

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Carlos Moraes said...

a sensibilidade no olhar de um leitor encontrará a poesia perfeita onde ela estiver escrita... e a revelação far-se-á outro poema... abs

Gilberto de Almeida said...

Obrigado, amigos! Abraços explícitos a todos!

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