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Pulsação






Temos uma voz

Sinto sua pulsação

Pois vive em mim.


                                                                                Haicai á duas mãos por Kizy Lee e H. Andrade.


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Risco






pouso de risco

                    movimento tão feroz

diz que me sentiu







Claudiane
31/08/13



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Poema tolo

(pequena homenagem aos amigos e amigas nutricionistas, no seu dia!)


Poeminha tolo.
No dia do nutricionista,
não insista:
- não tem bolo!

Gilberto de Almeida
31/08/2013




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Penso Em Ti

Cris Henriques
Imagem aqui.


Penso em ti
Desde o amanhecer
Quando acordada e após adormecer.


Penso em ti
Sempre, não importa o que esteja a fazer,
Seja a trabalhar, ou nos momentos de laser.


Penso em ti
Quando o sol se põe e a seguir nasce a lua,
Fecho os olhos… estás aqui… na minha frente, nua.


Penso em ti
Olhando as estrelas, o mar
Quando a brisa percorre meu corpo lembrando o teu tocar.


Penso em ti
Quando vejo uma flor
Quem me dera ter-te comigo, meu amor.

Cris Henriques

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Silêncio




Hoje eu tirei o dia para sentir o silêncio


Pensando bem,


O silêncio tirou o dia para me sentir.



Por Claudio Castoriadis 
Imagem: fonte web

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Reflexão ao cair da noite














Quando o sol decide recolher-se,
no final do dia,
e estica aqueles braços compridos e luminosos 
para puxar o manto estrelado da noite;

quando o sol vai se aconchegando no horizonte,
parece convidar nosso pensamento -
como o faz com o mar, onde se deita - ,
a uma reverente
reflexão...

Gilberto de Almeida
30/08/2013

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Pedaços de amor...

Se alguma vez
me tiveres nos teus sonhos
deixa-me ficar
dentro de ti...

Pois quero que saibas
quantas e quantas vezes
te inventei
e pedaço a pedaço
te construí...

Manuel Marques (Arroz)

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RETORNO



RETORNO

Agora que estou de Retorno,
trato de cuidar meu canto
com muito Adorno,
para clarear os Contornos,
para que não haja nenhum estorno.

Volto para um Canto pequeno,
feito um Sarraceno
num Oásis bem ameno.

Sei bem que tenho,
aqui nesta Cidade,
cuidar para evitar
aqueles que só tem maldade,
entretanto posso até,
encontra – los na casualidade,
mas, as vezes a adversidade,
pode ser uma prova
de ter a capacidade,
para manter a sobriedade.

Mas estou de Retorno,
e o que mais quero é Cultivar
Minha Querida “ Girassol “,
ouvindo o Rouxinol
no por do Sol.

Retorno para um novo recomeço,
sem nenhum tropeço,
e curtir a Vida com muito apreço.

É assim que é,
Retorno, Recomeço,
sem muita expectativa ,
e sempre ter a veia imaginativa,
para sempre tentar fazer
uma Singela Poesia.

Marco Aurelio Tisi

( 30/08/2013 )

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Fénix

Sculpture by Ellen Jewett
A cada novo beijo do fogo
As minhas penas renascem
Mas seu fulgor nunca é o mesmo
Em cada novo nascimento
Suas cores com menos vivacidade
Ressurgem
Como se em minha alma
Menos vida habitasse já
Assim, o fogo me abraça
Toma o meu corpo sem resposta
Assim voo
Qual Fénix

Cansada de renascer…

Isa Lisboa

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Palavras que me acariciam...

Gosto das palavras
que me beijam
quando falas
da carícia dos teus gestos
quando danças
do embalar
dos teus sonhos
nos meus braços...

E abraçado
entro
por ti adentro
despertando palavras...

Manuel Marques (Arroz)

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Campo vazio














No clube-escola de Pirituba
há um campo de futebol.
Um areão.

E de manhã ele estava vazio,

sem bola,
sem vozes,
sem crianças,
sem adultos.

O céu azulíssimo,

uma brisa,
o sol...

Aceitei o convite.


Entrei,

fui ao centro,
fechei os olhos,
o sol me iluminava.

Então...


Aceitei o convite.


Entrei mais,

Fui ainda mais ao centro,
fechei os olhos da mente,
outro sol me iluminava.

Gilberto de Almeida

29/08/2013


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Cores




28/10/2012
Gilberto de Almeida

Nota: criei este poema como resultado de uma brincadeira que eu fazia com uma amiga, em 2012. Ela costumava desejar bom dia aos amigos, postando alguma imagem bonita ou interessante no "Facebook". E eu me comprometi na época a criar diariamente um poema, inspirado por cada imagem que ela postasse. Este foi um dos 162 poemas que surgiram dessa brincadeira! Espero que gostem!




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É possível acabar com a corrupção?

Trago aos amigos uma reflexão formulada em 2011, que trata de um assunto que não tem fronteiras.
JGCosta





Desde que o mundo é mundo a corrupção dele faz parte. Se usarmos a inspiração descrita no Gênesis se observará ali seu primeiro sinal, quando a simbólica serpente ardilosamente corrompe o homem.
A corrupção nada mais é, a meu ver, que o desejo embutido no ser de se utilizar de atitudes que vão contra a moral e os bons costumes, tirando proveito de uma situação. Assim sendo ela definitivamente poderá ser diagnosticada em todas as passagens históricas importantes da humanidade, da qual nem o Bom Jesus escapou.
Mas será então, que algo que de certa forma está na essência da formação de muitos seres, pode um dia deixar de existir?
É uma resposta difícil de deduzir, mas façamos uma comparação.
Tendo em mente que a corrupção surge na mesma proporção que a justiça, imagine o mundo qual uma gigantesca árvore que acabou de nascer.
Essa árvore cresce e ao mesmo tempo em que dá frutos incomparáveis na sua beleza e sabor, gera outros sem nenhum atrativo e que certamente virarão simples adubo, e ainda todos esses frutos têm o mesmo tempo de vida antes de tombarem ao solo.
Agora acrescente uma regra: todo fruto bom que tocar um fruto ruim, o transformará num fruto bom, caso a maioria deles seja dessa natureza. E, obviamente, o contrário também se aplica a essa regra.
A pergunta a ser respondida é essa: quanto tempo os frutos bons levarão para converter os frutos ruins em seus iguais, ou vice-versa?
A resposta é simples: sem a interferência do agricultor isso é impossível, pois somente ele pode ir podando os frutos que não lhe interessam, para que estes não contaminem os demais.
Para a corrupção é a mesma coisa, ou seja, um grupo muitas vezes majoritário busca corromper enquanto outro grupo o combate. Em cada uma das eras do nosso mundo um desses grupos foi maior, mas nunca o suficiente para dominar o outro, mesmo se utilizando de métodos inomináveis.
Em suma, na minha visão, somente quando O Criador Interferir é que finalmente uma só classe existirá no mundo e creio eu saber exatamente qual será esse grupo.
Enquanto isso não ocorrer, a eterna luta entre a corrupção - que visa o amor próprio - e a justiça - que deseja o bem comum - continuará existindo.

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Ainda um rascunho

 É preciso está preparado quando o verso cair em sua cabeça
Seu sangue criptografado vazar em seu vocabulário
Sua alma se perder fora da página.
O mundo: um subtítulo, aquela palavra
Que se prolonga...
Precede, um punhado de conceitos
   Amputado, esquecido
Lhe pula às costas
Devaneios primários, temperando
Desaguando em um conto

Ainda um rascunho
Não desconhecido
Desgraçado de ti! Intoxicado
Hipérbole que queima
Feito gasolina —
Duramente eternidade
Autodecomposição
Por Claudio Castoriadis 
Imagem: Serj Adam Tankian

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Clara visão...

Adam Wallacavage


Em Cerrana do Oeste
me veio ao peito o primeiro inflar.
Foi difícil não afogar
com aquele ar denso e de fumaça repleto,
exalada dos charutos cubanos
aportados nos enormes bigodes
dos que detinham nas mãos
a pequena cidade.

Mas apesar da dificuldade
respirei aqui e ali e fui vendo e vivendo
os gris e ares podres de Cerrana,
em outras terras temidos,
em certos mares invejados.

Em Cerrana do Oeste cresci
acostumada a encarar máscaras
feitas de flores roxas, rosas,
brancas e amarelas,
a fazer sala pra vaidade,
e banquete pra fartura.
Até a violência veio pra jantar certa vez,
com a desculpa de encontrar a paz.

Lá em casa certa feita
num dos raros dias em que a ela vi vazia,
fiquei com a vista turva,
e sentia fraca a claridade
na visão embaciada.
Precisei do amparo da parede pra não cair,
mas mesmo assim estatelei no chão.
Com a cara pra cima
e as nádegas amassadas,
a causa da quase cegueira então vi:
era só o lustre tomado de amorfos,
que impediam a lâmpada de iluminar.

Cris Campos

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Sentidos

Olho felino
Sentidos de águia
Força de leão


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Frio






Gosto do frio
Pois enquanto senti-lo
Estarei viva

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Tatiana vende balas


Tatiana vende balas
tarde nas ruas!

Até decorei-lhe as falas
(menos que duas)!

Se me avista andando a esmo,
abre um sorriso,

pois  eu compro as balas mesmo
se não preciso!

Ao ver-me: - Sumiu, Doutor! -
é o que me diz!

E eu pago, e por onde for,
vou mais feliz!

Gilberto de Almeida
27/08/2013


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Artimentos

Arte: Michael Cina

Artimentos

O silêncio tem cores;
o branco da ausência, o azul do sentimento, o verde da esperança.

A ausência tem notas;
o Lá da dor no peito, o Ré da melancolia, o Sol que se apagou.

O sentimento é arte;
uma tela de emoções, a argila que se faz permanente, um retrato do que fica no peito.

A esperança é uma viagem;
um voo de uma mão até outra, uma estrada percorrida, uma mala cheia de nós.

Dulce Morais

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Abraço-te e danço...

Lá fora o vento
varre as estrelas
lágrimas voam...

Silêncio na noite
a lua
ao relento...

O vento
para lá e para cá
meu coração estremece
embalo no vento
abraço-te
e danço...

Manuel Marques (Arroz)

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AMOR EM ESPIRAL




É pequena minha esfera
para tua longa espera
medida, pronome tudo fieira
perdi a estribeira.

Mandei um beijo a fim de ver
a inspiração voar até você
quisera, como o beijo ser alado
quimera, viver o presente sem o passado.

No ar ficou o instituto do verso
em você ficou o impulso do universo
indisfarçável, como meu querer
indizível esse gole de prazer.

Antes esfera, por agora espiral
momento mais que especial
enroscar-me, afoito em seu corpo
deitar-me, satisfeito em seu dorso.

A espera com o desejo de prolonga
a inspiração em espiral se alonga
rompo o casulo do silêncio
de ponta-cabeça te provoco

oxnd ǝʇ ɐuɐsuı ɐɔsnq ɐɯn ɯǝ
esta liga me instiga
somos um no mesmo fluxo
o amor que nos siga...

Carlos Moraes e  Claudiane

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Casou-se por quê?


Após três meses, casou-se ela com uma posição social redentora. Ele, com um corpo exuberante e muitíssimo palpável. Três anos após o divórcio, um adolescente desorientado ainda assistia os genitores engajados naquela mesma busca pelo desamor.

Gilberto de Almeida
26/08/2013


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A MULHER DO VÉU por Danka Maia





 A avó de Tashiro perpetuando suas origens nipônicas contou-lhe inúmeras vezes sobre a lenda dos contos das cem velas. O jogo das cem velas é um jogo muito desconhecido no Brasil; é um jogo do folclore japonês, porém, as palavras Hyaku Monogatari (nome original do jogo) traduzidas significam: "Cem histórias de fantasmas" onde cem velas precisam ser acesas num círculo e só podem ser apagadas a cada conto de terror contado. E na finda das cem velas abrandadas a mulher do véu surgiria para recolher cada flama que fora acesa e distribuir na escuridão dos espíritos sem luz e perdidos. No término do jogo  terá os 100 espíritos das histórias ao redor do espaço onde foi feito o jogo, e não se pode desistir e sair da sala se não algo de ruim vai acontecer com os participante.

 A questão é que Tashiro nos seus lindos dezesseis anos nunca levou a sério o que a avó lhe contara, quando criança sim, jurava que certa vez teria inclusive visto a tal mulher recolhendo as velas no quintal de sua casa onde seus avós faziam o ritual para reverenciar seus ancestrais. Naquela noite deveria estar atento aos sinais, estavam lá.O vento repentino que correu acima de nuca,a sombra que  brotou de relance no canto do olho esquerdo, a súbita virada de pé que uma de suas amigas tivera do nada na grama do cemitério escolhido.É curioso que as pessoas reclamem que certos fatos deveriam ser alertados, porém são, as vezes nossa bestialidade intelectual e nossa arrogância humana não nos permite nota-la na sutileza de sua existência.

Ele e alguns amigos acenderam as velas, contaram as regras e começaram a contar as histórias. E assim foi até dar 01:00 hora da manhã na qual só sobraram uma vela. Tashiro contou uma história e a apagou, ficando totalmente no escuro. Avistaram uma luz no fim da encruzilhada entre dois mausoléus, creram que estávamos brincando, só que não tinha ninguém lá. Particularmente o adolescente ficou com medo da luz, era madrugada e estavam sozinhos no campo santo, então tomou coragem e falou:

- Tem alguém ai?

Ouviram um barulho na lápide, parecendo ser um sim. Ouviram uma voz dizendo: "Somos cem".O amigo Rubens, apavorado saiu correndo do local, e lembrada coisa ruim Tashiro disse no começo? Não se pode sair de qualquer jeito? Aconteceu. John outro amigo, voltou estranho, não falando coisa com coisa, e até que falou: "Somos cem". Então o menino olhou para os meus amigos apavorado:

- Gente acho que tem um jeito de sair desse jogo, Mike acende uma vela.

- Não quero mais jogar isso! - disse ele.

- Não é para jogar! - Tashiro rogou.- É para nos libertarmos do jogo em paz.
Mas devido todo frenesi correram, correram muito todos simplesmente apavorados.No fim da  rua de trás do cemitério, o menino tentava segurar John,ainda muito esquisito quase dois carros o pegaram, no entanto no fim da segunda rua  não viu mais o amigo.Tudo era breu.Tudo era frio e só.Decidiu volver o cemitério na esperança de achar Rubens e as meninas,todavia somente ela a mulher de véu jazia ali .Serena, medonha recolhendo vela por vela.Quis se desvencilhar dela, entretanto alguma coisa o puxava em sua direção foi quando sua cabeça virou na direção dele e veio caminhando em passos flutuantes ,estendeu a mão dando-lhe uma vela.

_Segure, vai precisar.



Confuso correu para longe dela,mas bastou dois dias para que Tashiro alcançasse o intento da aparição.Era o funeral de sua avó que morrera queimada naquela madrugada num incêndio muito emblemático em sua residência.Ao lado do caixão ,na hora da despedida o garoto colocou aquela vela na esperança que ela alumiasse o caminho do espírito de sua avó, que muitas vezes o alertara e que  aceitasse aquele regalo macabro para apaziguar a escuridão que se encontrara pela morte precoce e descabida,frutos da sua falta de obediência e ousadia.

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Dentro de mim...



Terás sempre um cantinho dentro do meu coração
desde que te sinta cá dentro
sou um afortunado...
Mas também te podes deslocar para onde quiseres e aninhares-te em qualquer canto
desde que te sinta dentro de mim
sou feliz...

Manuel Marques (Arroz)

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Ainda existirão lágrimas para chorar.

Da tua ausência
é feita a minha vida
amor que ficou não sei onde
escuto a voz do silêncio
e tu sempre mais longe...

Da tua ausência
é feito o meu sofrimento de te perder
sofro de não te ter...

Fala!
ouvir-te-ei
ainda existirão lágrimas para chorar...

Manuel Marques (Arroz)

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Perfeito Imperfeito


Gilberto de Almeida
25/08/2013



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Surgem Leitores

Ah que buquê
De belas flores,
O tal por quê...
Indaga amores!
E quem lhe vê
Traz dos dulçores,
Tão bons sabores
Ao que lê.
Surgem leitores
A quem nos crê,
Leem as dores
Sem perceber...
Sentem melhores
Já dá pra ver,
Realçando cores
Em cada ser!
Ah que buquê
De escritores,
Que tem um quê
Em sua tez,
Em esplendores.
Imagem Google

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Intemporal desejo...



É na luz do luar
que vejo o teu amor
é nas ondas do mar
que navego
ao teu sabor...

É nas estrelas
que vejo o teu olhar
é nas nuvens
empurradas pelo vento
que flutuo no tempo...

É através do tempo
que te amo
e me revejo
neste intemporal desejo
de te amar...

Manuel Marques (Arroz)

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Respostas


Preciso obter respostas...

Necessito saber o motivo...

Andando por caminhos incertos...

Apreciando cada detalhe do novo...

Achei um segredo!

Intocado há muito tempo

Escondido entre os arbustos

Com meus pés livres caminho sobre as pedras

Achando graça da sensação

Noto que as nuvens estão douradas...

Me aproximo da minha resposta

Sinto como se estivesse levitando...








Vejo uma luz na vegetação

Oiço um sussurro que me convida

Avanço, flutuando: o caminho é por aqui

No meio, uma clareira...

Dois pequenos vasos, dourados como as nuvens

Iguais, sem tirar nem pôr, os vasos

Mesmo sem mo dizerem, 

Soube que um tinha que escolher

Para minha resposta lá encontrar

Mas qual...?

Olhei em volta, procurei pistas, procurei a voz

Nada.

Só a luz da clareira lá continuava,

Quieta.

Quieta deveria eu então ficar...

Sentei-me, fechei os olhos e olhei.

Sabia enfim o vaso que me era destinado.

E que a resposta sempre cá tinha estado.




Kizy Lee e Isa Lisboa







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Poderia ser um poema


O corpo que veste a alma
Já não é o mesmo
Quando lhe desgraça
Reluzente como um raio
Enroscado na esperança
Do outro lado destinado
 Aquilo que nunca foi
Assim morre uma maldita rima
Da mais alta virtude
Trágico,  
Poderia ser um poema
Liberdade,
Eu a desejo com deleite
A queda da luz, correndo
Precipitando-se—
Logo em seguida: o silêncio
Refração...
Cor, florescendo
Dissolvendo-se
      Descontinuidade?
                —Restauração
                   A fome segue,
Onde cultivas-te  o carvalho
Que a vida permaneça,
Tempestade e correnteza
Afetos— no ar frágeis
Espumas deslizando
Arco da existência
E todos nos contemplam
Sim! apenas respire.
Por Claudio Castoriadis

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Passando o tempo



Rosa Mattos
do blog Contos da Rosa 


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Memória do teu corpo.

Tenho nas mãos
a memória do teu corpo
adio o sonho
invento palavras
escondo o meu rosto
por detrás de um ar risonho
escondendo o meu desgosto...

Nem sempre se ama
quando se quer
flutuo nas incertezas
tacteando os meus pensamentos
no teu corpo
de mulher...

Manuel Marques (Arroz)

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A ilusão e a verdade



Gilberto de Almeida
22/08/2013



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A cor da tua alma...

É na noite
que me deito a teu lado
enquanto te beijo
invento palavras
e descrevo a cor da tua alma...

Resta-me uma dor suave
porque me amaste
assim me disse o teu olhar...

Manuel Marques (Arroz)

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Estavam lá





" ...
estavam lá...  eu as guardei... antes que se fechassem... se percam n'alma ... cor
..."
Helder Horta Barbosa
Estavam lá ... como guardou-as... pude contemplar  no face e criar um haikai.
Claudiane
Primeiro o Helder gravou o instante, ele não apareceu na foto , mas sua sensibilidade sim. O haikai  na opinião de muitos é uma fotografia em palavras. O trecho da música foi influenciada pelas palavras do fotógrafo na abertura desta postagem.

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