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AMOR EM ESPIRAL




É pequena minha esfera
para tua longa espera
medida, pronome tudo fieira
perdi a estribeira.

Mandei um beijo a fim de ver
a inspiração voar até você
quisera, como o beijo ser alado
quimera, viver o presente sem o passado.

No ar ficou o instituto do verso
em você ficou o impulso do universo
indisfarçável, como meu querer
indizível esse gole de prazer.

Antes esfera, por agora espiral
momento mais que especial
enroscar-me, afoito em seu corpo
deitar-me, satisfeito em seu dorso.

A espera com o desejo de prolonga
a inspiração em espiral se alonga
rompo o casulo do silêncio
de ponta-cabeça te provoco

oxnd ǝʇ ɐuɐsuı ɐɔsnq ɐɯn ɯǝ
esta liga me instiga
somos um no mesmo fluxo
o amor que nos siga...

Carlos Moraes e  Claudiane

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6 comments:

Dulce Morais said...

Clau, Carlos,
Um ritmo interessante, trocas que movem, sentimentos invertidos e até, notem bem, uma leitora que pede mais!
Adorei esta vossa colaboração!
Parabéns a ambos!

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Dulce, foi uma experiência gratificante para mim. E sou grata ao Carlos, por ter aceito meu convite.

Isa Lisboa said...

Parabéns a ambos, o resultado desta escrita a duas mãos ficou excelente! Gostei muito de vos ler!
Um abraço a ambos

Kizy Lee said...

Adorei a explicação do sentimento cada detalhe, mostrando sua essência.
Parabéns
Com carinho

Carlos Moraes said...

grato a todos o carinho da leitura, e a todas a deferência dos comentários... Dulce, o pedir mais é: participar? porque seria muito bom escrevermos todos juntos um poema assim, definirmos um tema, a quantidade de estrofes, a quantidade de poetas, e cada um escreve um verso a cada estrofe... Clau, como eu disse, foi uma experiência muito legal, eu sou um lobo da estepe assumido, partilhar um momento de criação arrancou de mim sensações fortes, acho que temos agora essa ligação...

Nina Sayeg said...

A ambos meu prazer de degustar cada verso,a quatro mãos,como uma suite em um piano,cada tecla um som,cada verso,um sentimento teclado.A simbiose entre vocês não deixa aos leitores do rastro do personalismo,ler cada estrofe é como ler um somente.Uma conjunção difícil,assim como em uma sinfonia,qdo afinados,dois violinos se confundem e não há solista,´há harmonia.O enjabemant ,a cavalgadura entre as duas últimas estrofes é deliciosa,um recurso estilístico muitíssimo gostoso,pois para isto trabalham os poetas,para as sensações e estas são enviadas pelo uso das palavras e seus recursos estilísticos,como inverter um verso,de ponta cabeça romper o silêncio.Excelente,a Carlos e a Claudiane mais versos,mais experiências,mais e mais...

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