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Assim de repente



Assim de repente

abro a cortina
apesar do meu Eu existir
dentro de uma casca
nada oca
OCA OCACACACAAAAAAAAAAAAAA
ouço a discordância

Assim de repente ...


Assim nada de repente

o tempo ia mostrando...
Por mais que ...
havia uma discordância
UMA JOVEM - uma envelhecente

Assim nada de repente ...

Assim de repente EU
percebo que pertenço
Assim nada de repente  
desde sempre ao universo

Assim de repente                                                                        nada de repente 
                                   Sempre existi! Muito além de medidas





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9 comments:

Carlos Moraes said...

Clau, gosto dessa novas formas, dessa brincadeira com as palavras e a grafia, com os termos, os sentidos...gosto do que me faz sentir... bjs

Dulce Morais said...

Claudiane,
Assim de repente, diria que adorei!
E menos de repente, diria que não só adorei, mas que esse pertencer deveria estar em cada um!
Muitos parabéns pela sua sensibilidade!

danka maia said...

Voltando de um longo inverno, vejo o que escreveu,belo,singular, ou seja,VOCÊ amiga!!
Beijos!

manuel marques Arroz said...

"E de repente o tempo pára e acontece a eternidade."

Beijo.

Isa Lisboa said...

Claudiane,

Somos tão mais que essa casaca!
Adorei os dois poemas que aqui consegui ler!
Parabéns!

Cris Campos said...

Não há nada melhor e mais prazeroso que existir além de medidas... Gostei demais ClauF! Gr. Bj.!

Gilberto de Almeida said...

Obrigado, Claudiane. Cada ser humano que encontra o brilho próprio, acende a luz na humanidade inteira!

Um abraço.

Kizy Lee said...

O tempo não afeta oque temos dentro de nós, e isto o torna belo...

Com carinho

Erica Ferro said...

Chamo isso de sensação de plenitude. É mais que maravilhoso. É raro!

Sacudindo Palavras

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