Tatiana vende balas
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Gilberto de Almeida,
Poema
Tatiana vende balas
tarde nas ruas!
Até decorei-lhe as falas
(menos que duas)!
Se me avista andando a esmo,
abre um sorriso,
pois eu compro as balas mesmo
se não preciso!
Ao ver-me: - Sumiu, Doutor! -
é o que me diz!
E eu pago, e por onde for,
vou mais feliz!
Gilberto de Almeida
27/08/2013
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3 comments:
Bela prosa, meio romântica, beirando para outras atmosferas!!
Há sempre um preço a ser pago.
Amei Gil! Gr. Bj.!
Obrigado, Cláudio e Cris, pelos comentários gentis! Um ótimo dia pra vocês!
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