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Brasil

Esta poesia escrevi em 2012 para o livro Ripples: Anthology of Brazilian an Filipino Literary Works (Ressonância: Antologia Literária entre Brasileiros e Filipinos - Volume I) de nome Poetry Essay (Poesias e Ensaios), num trabalho de união cultural entre as cidades de Itatiba-SP e San Pedro-Laguna.
JGCosta




Brasil


Nunca vi um povo mais hospitaleiro
Do que esse meu amado brasileiro
Na alegria estão de janeiro a janeiro
Apesar das mazelas do dia primeiro
Que se repetem até o 31 derradeiro

Talvez o amor que realça nossa gente
Seja o elo mais forte de toda a corrente
Da paz que permeia o nosso ambiente
Que busca justiça para todo o inocente
Sobrevivendo entre a seca ou a enchente

Herdou do exterior uma cultura sem igual
Variado ao extremo dependendo do local
Moda de viola som de raiz até o toque do berimbau
Procissões de fé mista a beleza do carnaval
Qual nação tem tanta diversidade cultural?

Porém dizem lá fora que a nossa sociedade
Ainda não tem nenhuma real identidade
Deixa-se levar por todo tipo de leviandade
Mas sei que isso não corresponde à verdade
O que sobra no Brasil é o excesso de bondade

Veja como agimos quando uma calamidade
Vem quase a destruir a mais simples cidade
Os brasileiros se unem na mais pura bondade
E aí não importa a etnia, não existe vaidade
Somos todos irmãos unidos na solidariedade

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2 comments:

Ritinha said...

Puxa! que lindo!
Quantos detalhes importantes descritos em versos, perfeito!
parabens!
bjs
Ritinha

Dulce Morais said...

Joel,
Descubro o povo brasileiro através das publicações que leio, dos amigos que conheço, das mensagens trocadas e das belezas visitadas.
Não haveria melhor forma de descrever a união que vos liga e que se sente, mesmo através deste oceano que nos separa.
Muitos parabéns por este belíssimo poema!
Abraço!

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