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Haicais - Estátuas Vivas de Tomar


                                                                    





           equilíbrio

      concentração e força

      palmas pra eles



1º lugar - Cátia Ferreira e Hugo Almeida.

Quadro 20 - Farsa de Inês Pereira, Gil Vicente




    
                                                                                                              
                homem e mulher
 
          calor e glamour

          atraem olhares

 

 
2º lugar - Guilherme Ferreira e Patrícia.
                                                              
                                                                                           Quadro 12 - Rimas, Bocage




 dia ensolarado

 beijo e arte

 manjar dos deuses
                                                                                                               


 
 
3º lugar - Anni Katajamaki e Sérgio Fonseca.
Quadro 8 - Os Lusíadas (Pedro e Inês)

Imagem e informações:


Se ficou apaixonado por essas estátuas não deixe de visitar o blog e assistir ao vídeo (produzido por Dulce Morais), cujo link encontra-se abaixo:

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3 comments:

Dulce Morais said...

A inspiração chegou de longe.
Os vencedores foram destacados.
A cada um foi oferecido um elogio.
O conjunto ficou perfeito!
Parabéns, Clau :)
Beijo!

Kizy Lee said...

Demostrou exatamente oque sentiu sobre cada estátua viva, boa inspiração...
Com carinho

Nina Sayeg said...

O primeiro quadro vem inspirado em Gil vicente,um dos maiores poetas portugueses e considerado o pai da dramaturgia ,um ícone da cultura antero e pos-medieval lusitãnea.Se conjugarmos a imagem com a literatura vicentiana perceberemos a analogia entre os artistas estatuatizados com a peça Farsa de Ines Pereira.A peça,dividia em 4 atos,sem troca d cenário,foi uma grande brincadeira de Gil Vicente.Ines Pereira era a única personagem q não saiu d cena uma única vez.Da teatralização à arte plástica viva,onde Inês é erguida pelo marido,um bobo ,q sabe das traições do marido e ainda a carrega nos ombros ao amante.Não s veem os pés de Ines pois ela nunca os finca em raízes,a personagem,volátil em suas vontades,aparece como um troféu.Super-legal a representavidade do casal,q merecidamente consegue mostrar o mundo riquíssimo do mestre Vicente.Os versos equilíbrio,concentração e força coadunam com a peça transformada em um bloco monolítico.A segunda performance traz Bocage,o eterno debochado e,ao mesmo tempo,o lírico,como nosso Gregório de Matos.homem e mulher,e..e...calor,glamour...homem/calor(suam +30%do q as mulheres,mulher/glamour-e...os versos alternados,com múltiplas hipóteses d leitura traduz as estátuas-vivas,sim,pq apresentam a versatilidade do mundo bocagiano sobre os relacionamentos entre os sexos,o casal,separado,atraem olhares,cada um separadamente,boa sacada verso/imagênica.O terceiro quadro,Ah,Inês de Castro,onde o amor arde sem doeré ferida q dói e não s sente...a escultura viva vivencia o mundo camoniano.Manjar dos deuses da epopéia camoniana,onde deuses interferem na vida os mortais,onde o beijo abençoa o amor q dói sem doer.A arte plástica,q não é plástica,é flexivelmente humanizada,os versos q expressam com exatidão cada vertente dos grandes mestres portugueses,um brinde aos q sempre s rendem à comunhao,pois as artes se comungam e feliz é aquele q consegue sincornizá-las.Namastê,Claudiane.

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