Imagem: Okan Güner - Comunidade: Art Internacional
Toda alma dita poeta tem o direito
Toda alma dita poeta tem o dever de
das
Claudiane
agosto/ setembro - 2013

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TEXTOS
Biografias, Contos, Crônicas, Dedicatórias,
Histórias, Humor, Letras Musicais,
Stand Up, Traduções
IMAGENS
Cards, Fotografias, Gravuras,
Slides, Vídeos
EFEITOS COLATERAIS
O poeta escreve por metáforas, vai mesclando
realidade com o imaginário deixando no ar um
clima de mistério. Usa constantemente do seu
cotidiano e das suas experiências vividas, (das)
observações e reações da natureza e humanas.
O personagem poético não deve ser "confundido"
com "autores", "escritores" ou "narradores".
Men@

5 comments:
E é essa liberdade da alma que nos transporta!
Beijo, Claudiane
entrega total... uma poetisa em sua plenitude, confiante, radiante... adorei... bjs
Parabéns Claudiane, um belo show de encadeamentos
discursivos, imagens, sentimentos,várias expressões. Lindo!!
Toda alma dita poeta,a professa e a construtora tem o direito d burlar a gramática.Letra minúscula no 1 verso,continuidade do título,início da liberdade.O pensamento lançado ao avesso/em um arremesso.Uma imagem que coaduna com a imagênica da depoente,onde o pensamento p a autoridade é o contrário e jogado na cara dos q prezam somente as cadeias academistas.Bela forma d untar o pão(a imagem)com a manteiga(a palavra,esta escorregadia).de ser subjasendo um desvairado,as 3 primeiras estrofes com 2 versos urdem a rima rica,o q não interfere na liberdade do poetizar sem cadeias,no poetizar do ser,eu,poeta.Uma bela metáfora,encenar belos vocábulos,o neologismo encenado como o fluxo surpreendente da moça,q perdeu seus sonhos.Uma encenação,a velha discussão da verossimilhança,a vida imita a arte ou é o contrário?Taí o avesso do avesso em arremesso.Isto o poeta pode fazer.Não o q professa,o construtor,o melhor,o poeta assumido e arquiteto.A temática segue em um belo galope.Encetar,um vocábulo castiço,quase indefectível.Um solilóquio,onde o Pinóquio,q de tíltere passa a ter vida própria inveja,pq ele inventa sua realidade,ultrapassa o criador,a criatura s solta,como o verso arremessado ao avesso.Destravar sentires,outra sacada super-legal,onde o verbo encena o substantivo e vem com a capa d aristocracia da língua padrão.Encharcar o papel d verde e matar a sede.A sinestesia sugere mtos momentos de destravar:a fotossíntese do verso,onde a claridade do sentires é estimulada pelas verdades interiores,o verde cromatizado d esperança,onde o narciso s afogou com a ânsia de se achar até a morte ou o verde cor da relva molhada,onde gotículas matam a sede daqueles q as percebem sedentos,como destravar as entranhas?Amar o q s esconde por detrás das coisassssssss,uma sibilar,psiiiiiiiiiuuuu.Muitíssimo denso,vertentes q poderiam ser mais destravadas,releituras,onde os códigos verbalizados pela oralidade e pela palavra escrita s juntam.Fabuloso.Uma fábula.Uma estória.Um poeta assim é um que professa e constrói.Bjs.
Clau,
Antes de mais: Obrigada!
Quando o poeta tem o direito de (se) abandonar (a) cada uma das coisas que nos diz, ele tem também o direito de as escolher... ou não... :D
Grande beijo!
PS: Adorei o vídeo!
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