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Trovejou




Trovejou
Era escuridão, era chuva, era neblina
Abrigo daquela briga
Sem sentido
Veja coração, mesmo no breu
Enxerguei você. Clareou
Como um trovão que destrói
Tudo que é treva
Aquilo que não nos interessa
Te abraço

Tempestade findou

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4 comments:

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

"Veja coração mesmo no breu"
Quem sabe não era ilusão?
O importante é que a tempestade findou-se.
Bjs no seu coração

Diego D' Avila said...

Valeu Claudiane!

Dulce Morais said...

Diego,
Já lhe disse que gosto de sua voz?
A trovoada terminou; resta um'alma encharcada pelo poema. Será ilusão?
Não. É o eco do trovão...
Parabéns!

Diego D' Avila said...

Obrigado Dulce!

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