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Julgava que o amor ia diminuindo com o tempo!



Por ti
mudarei a razão das coisas
amor debruçado no silêncio
tocas-me de tão longe
mas estás em mim...

Não passo um dia sem te desejar
nem uma noite sem te apertar nos meus braços
quero-te
como se fosses
o ar que respiro
preciso de ti ...

Maldita a solidão que  me beija
no teu corpo existe o mundo todo
mas hoje
corre-me um rio nos olhos...

Manuel Marques (Arroz)

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3 comments:

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

"Maldita solidão que me beija " Gostei demais deste verso.
Para mim a pior solidão é quando mesmo acompanhado permanecemos só.
Abraços

Dulce Morais said...

Manuel,
Que doçura...
Que mágoa...
Muitos parabéns por este belíssimo poema!
Beijos!

Isa Lisboa said...

Como poderia diminuir...?
Um abraço

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