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Pernas





Pernas.


Deslizam pela minha cintura com ternura.

Enquanto te desvendo com bravura.

Elas têm um quê, essas silhuetas feitas pela luz da janela.

Não consigo deixar de pensar nelas.


Suas pernas.

Me agarram, me prendem,  sou delas.

Meus dedos deslizando por essas vielas.

Por essas pernas.


Pelas marcas que deixo.

Frutos do meu desejo.

Das coxas que agarro.

ao que se faz no quarto....


Ah... Como amo essas pernas.

E tudo com elas.

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4 comments:

Ritinha said...

Interessante tema e ficou muito legal!
Gostei!
Falar das pernas poeticamente.
bjs
Ritinha

Isa Lisboa said...

Gostei deste seu poema, que inaugura muito bem a sua colaboração neste Tubo de Ensaio!
Seja bem vindo!
Um abraço

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Gostei da visão poética das silhuetas feitas pela luz da janela.
Seja muito bem vindo.
Abraços

Kizy Lee said...

Um belo poema com uma musicalidade suave, agradável ao sentir e um sorriso a apreciar.

Parabéns ao poema, e nem preciso dizer o quanto fico feliz por sua contribuição de seu admirável talento, logo, Seja bem vindo querido!

Com carinho

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