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Pingos de chuva molham-me o rosto...

Rosto molhado
ao sabor do vento
corpo fatigado
marcado
pelo tempo...

Imagens
em poças de água
reflectidas
calçada gasta
polida
brisa do vento
que me  afaga
dá vida...

Por ruas e vielas
sigo o caminho
o vento ronda e acalma
a chuva cai
inunda-me a alma...

E a vida safada
cansada
se esvai
no tempo
e na chuva
que cai..

Manuel Marques (Arroz)

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3 comments:

Dulce Morais said...

Quando as gotas inspiram tão belos versos, só pode a modesta leitora agradecer pela chuva...
Parabéns, Manuel!
Beijinhos

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Seus últimos poemas tem um ingrediente novo que particularmente gostei muito.

Isa Lisboa said...

E a chuva tudo acaba por levar...

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