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Libratus


Libratus

No inicio era só escuridão
E nada mais havia...
E mesmo em trevas eu o via,
Como era triste sua solidão

E assim permaneces-te com o passar das eras
Como era triste observar-te em tal decadência
Mas vi-te sair desse estado de latência

Novamente, achaste a resposta que sempre souberas
Encrustada a léguas, em teu âmago
E assim transpassando, de um nada à mago

Então a luz se fez presente...
Trazendo o equilíbrio que lhe faltava
E a tona, veio tudo que não lembrava
E na nada mais se fez ausente...


Diogo Aguiar

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2 comments:

Dulce Morais said...

De um vazio se fez o todo.
De uma página branca, nasce uma delicioso poema.
Como sempre, absolutamente perfeito!
Muitos parabéns, Diogo!

Diogo Aguiar said...

Obrigado pelas palavras Dulce :)

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