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Tocas-me de tão longe...

No meu corpo
sei o teu corpo
o meu amor
alimenta-se do teu amor
é por ti que vivo
é por ti que eu nasço.

Ah meu amor
demoras tanto a voltar!
Resta-me este poema
de amor e solidão...

Manuel Marques (Arroz)

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1 comments:

Dulce Morais said...

A saudade do ser amado na sua mais belíssima expressão, Manuel!
Belíssimo!
Beijinhos!

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