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Multidão escravizada

Voltando meus olhos para aquela multidão
Pude ver claramente o que os acorrentaram
Toda dor e o medo de viver, os dominaram
Pois suas vidas foram tiradas na destruição

Homens hipócritas cegos por suas injúrias
Formaram olhos de medos aos desastres
Aliando-se aos famintos desejos covardes
Criando maldições alimentadas em fúrias

Voltei meu pensar a tão triste multidão
Então consegui ver o que tanto desejava
Oportunidade de mostrar o que é valor

Aqueles homens hipócritas sem coração
Mataram a esperança que a sustentava
Perderam a vez de saber o que é o Amor

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3 comments:

Dulce Morais said...

Cássia,
Continuar amando apesar deles, construir novos caminhos sem eles, afinal, talvez seja a melhor resposta que o Mundo lhes possa dar…
Parabéns!
Bjs!

Isa Lisboa said...

Cássia, comecei por tentar perceber qual a situação que inspirou o seu poema, até que me lembrei que elas podem ser muitas... infelizmente!
Uma mensagem forte, a ler!
Abraço

Cássia Torres said...

Obrigada Dulce!

Verdade o que disse e, com certeza, continuar amando e construindo caminhos, talvez, ajude nosso mundo para que ele seja melhor e mais humano!

Isa, muitas vezes me pego pensando em qual situação nos encontramos. Há tanta desigualdade, desamor que dá medo. Medo que as pessoas com o tempo, esqueçam o significado da palavra Amor, perdão, solidariedade, verdade, justiça, dentre outros valores e virtudes que estão meio escassas em nossa sociedade. Triste, mas é como disse a Dulce, devemos continuar e persistir sempre naquilo que acreditamos, no que realmente importa para nossas vidas, afinal, tudo que fazemos recebemos de volta, e não há nada melhor que receber carinho, amor, união. :)

Beijos às duas! :)

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