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Rotina




 
Imagem: http://1.bp.blogspot.com/



A rota cotidiana da (in)certeza,
Belezas que não vemos,
Pessoas que vemos, mas não lembramos.
Amigos, vizinhos, planos.

A camisa mal passada por falta de tempo,
A corrida contra o tempo,
O esquecimento.

Esquece-se o abraço, o sorriso, o carinho,
Esquece-se o argumento

Rotina.

A rota da vida que passa,
Às vezes meio sem graça, sem rima, sem cor.
A rota do amor, do querer, do saber, do temor.

Em meio à rotina nem tudo se nota
E aquilo que sobra,
Ali continua, esperando que um dia,
Por acaso, algum sábio lhe note.


Marcilane Santos

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3 comments:

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Marcilane, versos nobres. Gostei muitooooooo deste poema.

"E aquilo que sobra,
Ali continua, esperando que um dia,
Por acaso, algum sábio lhe note.
Beijos.

Marcilane Santos said...

Ahh obrigada Claudiane!!
Beijos :*

✿ chica said...

Que lindo poema e belo espaço! Parabéns! bjs, chica

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