Fé
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Gilberto de Almeida,
Poema
Quando sou matéria,
nada posso;
e a força que possuo,
não vejo.
Quando sou matéria,
tudo quero,
nada tenho,
apenas medos.
Mas quando sou espírito,
tudo se revela,
Depois volto a ser matéria,
e nada quero,
tudo tenho,
Tenho força
e não há medos!
Gilberto de Almeida
(29/11/2014)
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3 comments:
Ameiiiii! Linda demais.
Gilberto,
Viajemos, então, até ao estado que tanto nos dá...
Muito obrigada, amigo!
Abraço fraterno!
Um ciclo matéria, espírito, ...Até que alcancemos a evolução.
Gilberto, seus versos me conduziram a um estado de reflexão...
Abraço.
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