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Viajante

                                           Imagem: José Zuzza Suassuna de Oliveira


Às vezes somos sol; muitas vezes sal
Somos instrumentos musicais...
Às vezes afinados; muitas vezes desafinados
Somos parte do Universo...
Às vezes transbordamos milésimos de porção divina; muitas vezes ficamos aprisionados na matéria.

Talvez,
Sol seja irradiar feixes de gratidão a todos
Instrumento afinado seja propagar o mais puro amor
Transbordar milésimos de porção divina seja perdoar

E amanhã, quando tiveres que deixar a casca do casulo ...
E amanhã, quando tiveres que deixar a casca do casulo ?

“Viva as perguntas agora. Talvez assim, gradualmente, você sem perceber, viverá a resposta num dia distante” 1

Claudiane Ferreira


(1)  Rainer Maria Rilke

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5 comments:

Dulce Morais said...

Quando se deixa o Casulo, abre-se as asas e voa-se até ao infinito...
A sua sensibilidade é tão grande, Clau!
Beijo!

Ingrid said...

preparar-se...
reflexão nas tuas linhas.

Carlos NNeves said...

"abre-se as asas e voa-se até ao infinito..."
No comentário da Dulce descobri o segredo.
Claudiane, realmente de uma grande sensibilidade... gratidão irradiada como feixes.
Coroando o esforço e vitória de saída do casulo, o sol agradece aquecendo e dando vida às asas para o infinito....lindo isso.

Maristela Ormond said...

É abrir as asas e voar muito longe porque a vida é curta, curta demais para não observar tudo que nos rodeia. Lindo como sempre Claudiane. Beijos.

E.P. GHERAMER said...

Rainer Maria Rilke - Só podia ser!

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