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Aos Cravos

Celeste Caeiro - Imagem da Web - "Celeste do Cravo"















Se não puder tirar da boca o pranto vencido,
Incontido nas amarguras da própria querença...
Se não puder levantar minha própria bandeira
E ter a liberdade de errar sem ser condenado...

Caso não se possa cantar as próprias canções
Que digam as verdades ou até mesmo as mentiras,
Desde que me convençam... se não puder bailar
Sozinho sem bailar com ninguém...

Correr sem olhar o rumo e afirmar que existem
Imensos caminhos... dizer que todas as verdades
São invenções e que a história não passa de opinião
De alguém que desmanda o próprio mando...

Graças aos cravos guerreiros, hoje a liberdade
Habita em todo Tejo há um desejo e o poder
De dizer que se pode viver a própria vida...

Nos vermelhos daquele sangue...
De 1975... a memória ainda guarda a felicidade
Da luta, pois só vale o grito lutado... o grito
Libertado do grande Portugal mais que
Querido...

A minha sincera homenagem a todos os amigos lusitanos, que há 40 anos deram ao mundo um grande exemplo da força que possui o povo e como uma revolução pode ser realizada sem se derramar uma gota de sangue! Viva a Revolução do Cravo! E viva Portugal!!! 

Josué Brito 

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2 comments:

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Bela homenagem ...

Desconhecia essa revolução, vou dar uma pesquisada.

Abraço.

E.P. GHERAMER said...

Josué.
Parabéns pela bela postagem e merecida lembrança!
Um exemplo!

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