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LUA NOVA




Noite ofegante por falta de luz.
Lua respirando um ar frio e úmido.
Calçadas desertas sem despertar anseios.

Bares cobertos em sombria solidão.
Ausência  no calor que se falta.
indiferente no teclado ferido,
As digitais  impressas se apagam

Um dia mais, um dia a menos na perdida caminhada.
Mudos gritos espalham em total desespero.
Perguntas formulam a dormida consciência.

E tudo vagueia mum definir vazio.
Uma ausência por mais sentida,
Em uma presença por mais perdida.

mochiaro


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2 comments:

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

"Mudos gritos espalham em total desespero.
Perguntas formulam a dormida consciência."

Mochiaro , já estava com saudades de seus poemas.

Dulce Morais said...

Nos silêncios da solidão ou na escuridão da noite, escrevem-se versos pungentes...
Parabéns, Mochiaro!

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