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Momentos?






Seriam de fato momentos?
Num corre corre da vida! 
Onde seres se cruzam e seguem em frente.

Onde seres se tornam máquinas com ou sem comando.
Onde o sentimento é coisa do passado.

Momentos?
Talvez seja na hora do cafezinho.
Na hora do olá! tudo bem!
Na hora do veja isso pra mim.
Na hora da chegada e da partida
Bem! Bati o cartão! Pronto vou embora!

Era eletrônica... em que o beijo é mandado por email.
Onde um abraço e formatado em figuras.
Onde um calor é o somente do micro,
a exalar seus vapores.

Momentos?
Saudosos foram os momentos.
Onde a mulher, sim a mulher, era o motivo,
de se caminhar horas em busca desse prazer.
E, não hoje, ao somente clicar numa tecla,
fria, empoeirada, e ainda escura para esconder as digitais. 

Meus momentos ainda os guardo.
Se cafona nem ligo, mas guardo.
Os tenho e em cofre fechado.
Onde a chave somente você a possui.

Abrir e pegar esses momentos?
Eu sei que farás.
Pois não foi a toa que montamos juntos peça por peça.

Eu gostei e você adorou
Eu adorei e você gostou

mochiaro

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2 comments:

Dulce Morais said...

Mochiaro,
A tecnologia permite certas coisas que dantes não existiam, mas talvez vá afastando as mãos que dantes se uniam...
Penso, porém, que elas não precisam tocar-se para ficarem juntas... e se o teclado pode ajudar a dizer ao outro lado da tela que o coração continua a bater de afeto, então que seja apenas o meio... e não o fim... :)
Eu adorei! :)
Abraço!!!

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Mochiaro, sempre bom refletirmos sobre ... O problema não está no uso da tecnologia e sim na dosagem.

Gostei demais!

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