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Tentando versar porque só metade de mim é o que digito




                                                         
                                                          Imagem: Alexandre Reis


O poeta mergulhou seu olhar 

titubeou, mas ensaiou um mosaico...

Por que não deitar sobre a cola o sentimento rasgado?


O poeta por instante sentiu um abalo...

E até pensou em pegar carona e ir até “aonde o nada vai dar/ É bem prá lá que eu vou”1

♪ Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio
que a morte de tudo que acredito
não me tampe os ouvidos e a boca
porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.♪


O poeta conclama com ou sem Bic / A grandeza do ato de amor inserida em certos poemas.

Claudiane Ferreira


(1)  Trechos do poema do poeta Carlos Neves em:
 http://tubodeensaio-laboratorio.blogspot.com.br/2015/08/e-so-um-vazio.html


                                             Declamação - Metade









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2 comments:

Carlos NNeves said...

Foi só mais um poeminha, curto e bobo pra variar, que não deu em nada que poesia não fosse... E o coração se alegra em sentir isso.
Grande abraço, Claudiane!

Isa Lisboa said...

Não é preciso Bic, apenas alma de poetisa ;)

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