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Dizeres à primavera

Sabe o tempo, vento que passa tão lento...
Hoje para mais uma árvore de primavera...
Contei meus sonhos tão profundos, pertencem-te
Também, amada, todos os dilúculos do mundo
E todas as rosas ainda não plantadas...

Com a lua que de longe mira, perdida na
Mais profunda das nevoas... Eu conversei
Tão profundo, conversei verdades tão
Secretas e coisas que só tu sabes bem.

E disse sorridente... as coisas que esqueço,
E disse mais feliz as coisas que nos pertencem...
E foi tão belo que pareceu chover, mas era
Vento, era saudade profunda... Amei-te vendo
A lua, vendo a face refletida, era tua... Pertencia-te.

Sabe... O amor é tão profundo, mas o amor às vezes
É mudo, o meu não, o meu vocifera e não se cala.
A face na lua que era tua, não era, as estrelas
Que foram por um segundo de amor... foste tu
Meu céu, és tu animal, amo tanto na lua te ver.


Josué Brito 

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1 comments:

Patrícia Pinna said...

Boa tarde, Josué,
Belo demais o teu poema.
Cada verso é uma emoção em conteúdo e essência.
Adorei ler e perceber tamanha sensibilidade falando de amor!
Amo ler você e somente posso te parabenizar por ser um GRANDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE poeta!
Beijos na alma e muita paz!

http://divasdapoesianaturalmente.blogspot.com.br/2015/10/o-habitante-by-patricia-pinna-zilda.html

http://redescobrindoaalma.blogspot.com.br/2015/10/dialogo-com-chronos.html

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