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Do poeta ao poeta

Morreste...
Pintaste sonhos,
Pintaste este,
Mas não viera o sol...

Tua mão infame
E ímpia,
Mãos
De sofrimentos
Domados...

Morreste de sonho,
Morreste da morte
Que mataste só...

Mas não morreste
De outra morte se não
Da tua...

Morreste de verso,
Morreste reverso e do
Avesso...

Morreste desnudo de honra,
Morreste vestido de roupa...
De tantos pobres versos
Escondidos, morreste entalado.

Morreste de mares que
Decoraras de beleza...
Mas afinal morreste
De tanta vida.


Josué Brito 

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3 comments:

Anonymous said...

E cá fiquei eu a pensar " Mas afinal morreste
De tanta vida"

Claudiane Ferreira

Gilberto de Almeida said...

Que coisa linda, Josué!

Gilberto de Almeida said...

Que coisa linda, Josué!

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