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Emaranhados de amor


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Somam-se os sonhos...
Somam-se as vidas,
Mas não se compartilham os braços...
Há de pensar os poetas moços...
A vida afinal é uma eternal subtração...
De surdos por moucos...

Se olho em teus olhos
Não te vejo humana, 
Vejo-te deia e por um instante
Entrego-me... mas desisto,
Afinal nada há no universo
Se não uma eterna destruição
De fantasias e utopias...

De tanto caminhar errado,
Ainda não caminho certo...
Aprender, talvez, é tudo que não
Se deve... Não se deve viver de vidas
Comedidas, visto que sem amor
Não há sequer um instante
De doce rebeldia.

Quem sabe um dia
Eu te encontre em versos menores...
Em uma poesia com menos lágrimas
E com rancores obliterados... Nesse dia
Caminharemos a pé, os caminhos que só
Valem a pena quando se caminha errado. 


Josué da Silva Brito 

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