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Incandescente lampejo do amor

















Talvez goste do orvalhar silencioso
Das madrugadas, vive na noite,
Não para ser flor, mas para ser
Estrela, uma fonte de luz incessante
E apaixonada pelos grilhões tantos
Do homizio do amor.

E para observar as formas mais
Insignificantes, os homens que
Amores juram as suas pungências,
Ajunta-se com a lua... não por
Um instante, mas por toda duração
Das suaves procelas.

Surdez nos ouvidos, para viver
Sem sua veleidade, é a solução
Primeira... Cumpre os motivos
Mais estranhos e as paixões que
Caem por sua beleza, são infelizes,
Em todo instante, porém, verdadeiras.

Deveras busca as ruas mais escondidas
E as pérolas menos nacaradas, não
Atende aos sonhos, mas sim à incredulidade,
Posto que os olhos fazem a sua face falta,
Mesmo que tenha o sol fulgido em
Cada órbita de sua grandiosidade.

A cada noite vazia, em que procura
Pela terra e pelos primores, só na sua
Mente existentes, eu olho o céu
Na esperança em que reflita um raio
Desse seu pavilhão luminoso e veja
Em meus olhos o anseio de vê-la sorrir.


Josué Brito 

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