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Amor vassalo





















Tão calmos e tão serenos os dias ao seu lado.
Dias que estrelados se condessam sobre o
Céu que é seus olhos. Nada como pausar
A vida e ver todas as marés controladas
Pelas suas palavras mais sutis.

E ver a graça do enevoar que é seu sorriso
E do envenenar que é suas graças... Pelo
Seu beijo vale o mais crítico suplicio, pelos
Seus abraços, os mais infames pecados.

Cantar em seus ouvidos, tão límpidos e
Sacros, os poemas que são hereges, próximos
A você, mas como não se render aos seus
Encantos tantos, se encantar já faz parte
De seu augusto ser.

E vão se passando os dilúculos e plenilúnios
E sua lua se torna crescente. Cresce, então,
O ímpeto varonil de bradar em sua janela
E dizer do meu pobre amor servil... mas tu

Não existe, é anjo simplesmente. 

Josué Brito 

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