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Haverá o tempo do amor



























Há de ser um dia... o ser menos
Escravo. Os ponteiros que formam as
Mãos, que afagam, poderão ser
Eternos e os beijos que aquecem a alma
Ganharão a eviterna lembrança.

Paralisados olhos apaixonados serão
Abraços que navegam o corpo e
Os toques ígneos serão verdades
Não serão apenas passagem de uma
Poesia que já se fez.

A compassada e perdida vida, que
Segue sempre os mesmos rios e que
Se perde sempre nas mesmas vilas,
Há de se arrevesar... aprender de novo
O que nunca aprendeu sobre amor.

O tempo há de se pausar... a pausa
Profunda para dois... Segundos hão
De durar o tempo que só tem
O tempo que é do amor.


Josué Brito 

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1 comments:

Patrícia Pinna said...

Boa noite, Josué.
Profundo e filosófico poema.
Nem sempre nessa nossa vida aprendemos a amar e nossos dias seguem rasos como os rios quando a maré está baixa.
Temos de ter a liberdade para vivenciarmos o amor e o prazer sem nos policiarmos deixando fluir o que bom for.
Parabéns.
Tudo de bom.
Beijos na alma.

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