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Hora do nascimento


Pobre alma imprevidente e entorpecida...
Tateia pelos séculos, na estrada
de sombras e pesar, desnorteada,
nas dores que o egoísmo consolida...

Pobre alma, até que um dia se decida
buscar melhor caminho e, fatigada
dos erros recorrentes da jornada
suplique novo corpo, noutra vida!

E Deus consente - é júbilo celeste! 
Mas quando os anjos trazem, sem demora,
notícias de um casal que lhes empreste

o amor e o berço  - à alma devedora! -
e o apoio necessário ao novo teste...
... É aí que nasce um filho! - É nessa hora!

Gilberto de Almeida
(15/07/2016)

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4 comments:

Maristela Ormond said...

M.a.r.a.v.i.l.h.o.s.o!!!

Gilberto de Almeida said...

Obrigado, Maristela. Maravilhosa é a amizade!

Claudiane Ferreira de Souza da Silva said...

Seu poema me deixou extasiada.
Parabéns !

"à alma devedora! -
e o apoio necessário ao novo teste...
... É aí que nasce um filho! - É nessa hora!"

Gilberto de Almeida said...

Claudiane, com você, sempre amizade e gentileza andam juntas. Obrigado!

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