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Abro o meu coração ao amor...

Durmo em sonhos cobertos de medo
de volúpia repletos do teu corpo
a minha solidão tem medo que a noite viva eternamente...

A minha boca se entreabre e se funde na tua
meus olhos beijam  o teu corpo na clandestinidade
reinvento o teu corpo...

Na tua ausência escuto o silêncio
falo de nós
do nós clandestino
abro o meu coração ao amor e quem se aloja nele és tu...

Manuel Marques (Arroz)

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