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 Imagem: Pinterest

                                           
                                                               

                                                         
             banhar-me de sua essência
                                pegar suas asas  voar além de mim
                                                      torna-me
      a
      t
      e
     m
      p
      o
      r
      a
       l 
                                                           

                              Claudiane Ferreira                                      
                                                               

  " Permita que eu volte o meu rosto para um céu maior que este mundo e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo"

                                                        Cecília Meireles                            

                 

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A MINHA TV, A SUA TV, DEPENDE DE QUEM VÊ.

Imagem retirada da web













A minha tevê mostrou
Desvaindo-se em lágrimas
A fome lá na Somália.
Disseram que lá eles passam
Pela maior seca e tomam água suja, suja...
Perderam famílias inteiras e algumas mulheres subnutridas
Fugiram com seus filhos semimortos
Em busca de vida, vida...
Ela mostrou também, grandes potências,
Quase entrando em grandes guerras
Ainda procurando a mais poderosa arma para matar.
Ataques com armas químicas, crianças e inocentes sofrendo,
Com objetivo territorial, território este, que não será usado por ninguém,
Pois “ninguém” não é um humano precisando,
Mesmo porque esse território será usado sim para fazer covas rasas,
Perante a quantidade de mortos sem túmulos,
Na queima de cérebros e neurônios,
Em busca de morte, morte...
Mostrou também terrorismo por conta de ideais religiosos
Em nome de um Pai que é de todos,
Veem-se no direito de matar
Inúmeras pessoas, com um homem virando bomba, bomba...
Vi também em minha tevê, crianças parrudas e brancas,
Fazendo pinturas em ovos para comemorar a Páscoa,
Que é o símbolo da ressurreição de Cristo.
Bolachas, biscoitos, chocolates, de vários tipos,
Pintados à mão, fora aqueles confeccionados,   
Com apliques de pedras preciosas para serem comprados
Pelos tubarões, tubarões...
Eu vi tanta fartura e vi tanta miséria...
Tanto tudo, tanto nada.
Vi até minha tevê como um aparelho bipolar,
Ora chora, ora ri e assim me distrai,
Deixando vários olhos cheios de mágoa, mágoa...

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Nó!

Poesia inspirada no trabalho "Saia da rotina" do livro "A vida se resume em poesias", da poetisa Mayara_Orcelino, pois parece que foi feita para mim, leia depois retorne aqui para ver o que senti...



Tão eu,

me descreveu

com perfeição,

mundo cão,

compromissos mil,

quase senil,

de tanta agitação,

pobre do meu coração,

quer descanso então,

quer tranquilidade,

diversidade,

namorar até tarde,

mas a responsabilidade

é algo cruel,

detona este Joel,

que quer do Papai Noel

um cantinho do céu,

só pra relaxar,

só para poder mais amar,

só para se embriagar


nos carinhos do meu lar!

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Ternura do amanhecer...

Somos o simples fluido do vazio
apenas resta um silêncio interminável
para o meu coração basta o teu peito
e o que mais quero é um abraço teu...


Em cada noite existe uma morte silenciosa
olhares perdidos no delírio das razões
e na ternura do amanhecer apenas queria acordar nos teus braços...

Manuel Marques (Arroz)

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Sou contador de estrelas



Sou contador de estrelas
Sempre o serei
Aprendi  de menino
Do alto de montes
A contar uma a uma...

Uma menina me ensinou
Foi assim:
Um dia em segredo
Bem devagarinho
Pus-me a contá-las
Sem pressa
Num céu azulzinho

Pus em todas o meu dedo,
Eram tantas e belas
Que o próprio sol
Adiou-se em nascer
E adoeci sem saber;

E todas brilhavam,
Pulsavam pra mim
Menino chorando
De entre os montes,
Adormecido

Ah, eram dois montes


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E no teu corpo sem margens o amor é infinito...

Sonhei-te no vazio da tua ausência
nos silêncios da minha fantasia
doce e suave  era a tua pele que amava no teu corpo...

Amei-te em muitas palavras
outras fizeram-me amar-te muito mais
e no teu corpo sem margens o amor é infinito...

Manuel Marques (Arroz)

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A caixa




Uma poesia/música sobre as sorrateiras formas de escravidão vivenciadas na atualidade.

"A CAIXA"

Escraviza-te.
Escraviza-te por uma pequena caixa,
uma caixa fria e rasa.
Escraviza-te e esquece-te daquilo que é real
e importante, do físico, do que é profundo.
Escraviza-te veemente e conscientemente por aquilo que te faz bem transitoriamente.
Escraviza-te e te tornas frio como a caixa.
A caixa que contém muitos mundos, vozes e faces.
A caixa que mal sabe teu nome, que dirá teus sentimentos!
Ela só sabe daquilo que demonstras por fora, mas não entende teus pensamentos.
Sempre que desejares presenças reais, deixes a caixa de lado e com certeza, te surpreenderás.

Marcilane Santos, 07/05/16.




Imagem: http://soumaislive.com.br

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