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Desfolhando em uma perfeita imagem metafórica



                               Imagem google                        
                                


                                                   Árvores sem   f
                                                                         o
                                                                          l
                                                                          h
                                                                          a
                                                                          s

                                                                                 c a l e i d o s c ó p i o     

                                                  ardente e  árido




                                                                                                                    Claudiane
                                                                                                                     04/10/13


                 
                     O texto abaixo  é da poetisa portuguesa Ana Luísa Amaral  e foi a inspiração para a criação do haicai.
                                                      
                 
                                                                     Imagem;
                     http://www.blogclubedeleitores.com/2013/10/snobidando-ana-luisa-amaral.html
                             

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Manhã

Foto: Zé Suassuna Oliveira

Manhã 

Gota a gota 
Nasce o dia novo 
Num raio de luz 

Dulce Morais

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Resumo

Se me perguntarem por que escrevo, eu digo: é visível;
Alguns resumem suas alegrias e medos, em sorriso,
Ora aparentam ser sinceros ora azedos, algo indescritível,
Faço a mesma coisa com os dedos, assim vivo,
Simples como todo leigo, só que mais sensível,
Choro pouco por zelos, e muito por um punhado de riso.
Pois sei que não guardo o caminho andado, apenas sigo,
Seja no presente, no futuro ou no passado, eu me registro,
Por entre telas da vida sonhada ou em curtas letras do destino,

Em breves instantes marcados vou me resumindo.

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Experienciadores

Haicai para os experienciadores do Tubo de Ensaio



Foto: Potion, jurvetson





Criatividade

Fazer arte por gosto

Tubo de Ensaio


Isa Lisboa

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Chuva

Arte: Deniz Senyesil



Acordei
Barulho de chuva na janela,
Dizia-me
que mais um dia começava.
Que a noite terminara
que o sol não me esperava.
Apenas o chão escorregadio,
as nuvens pesadas.
Assim foi o dia.

Por um momento,
o sol sorriu-me,
por entre a chuva.
E mostrou-me o arco-íris.

O sol foi-se.
O arco-íris também.
Não ficou tempo suficiente,
para me deixar apanhá-lo.

Isa Lisboa

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Ver o mar.





Ao ver o mar
embarquei o meus sonhos num veleiro
minhas lágrimas
temperaram o meu olhar...

Manuel Marques (Arroz)

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Caixa de recado




Espero que o dia logo aconteça
O café se encontra fora da xícara
E as cadeiras estão na mesa. 



Por Claudio Castoriadis

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Ser Vertical

Uma crônica de 2011 para os amigos, com um duplo sentido no título.
JGCosta

Clique na imagem para ver de onde ela veio!




Sempre imaginei o livro como um sinônimo de vida, considerando cada dia vivido como uma página da grande obra que cada um de nós deixa na sua passagem por esta terra. Obviamente que alguns deixam alguns poucos capítulos, enquanto outros chegam a “escrever” mais de 36 mil páginas de história pessoal, partindo dessa analogia.
Diferente dos livros, porém, nossas histórias não podem ser editadas e muitas vezes não tem um planejamento para acontecerem e devido a essa improvável sucessão de fatos tenho certo fascínio por seus andamentos, uma vez que é quase certo que seremos surpreendidos com o seu desenrolar.
Quando nascemos e o nosso livro é aberto e magicamente suas páginas começam a ser fabricadas, nossos editores diretos são nossos pais. Poderíamos dizer então, nesse momento, se fôssemos dar um nome para cada fase de nossas vidas, que quando nascemos passamos pelo capítulo da Dependência Total ou para ser mais romântico e de encontro com os meus mais profundos desejos, esse capítulo podia ser chamado simplesmente de Período do Amor Maior.
Ao começarmos a engatinhar e a andar, que tal chamar essa passagem de Terra das Travessuras, pois ainda com o amparo e supervisão dos nossos pais, que agora deixaram o cargo de editores e assumiram a função de professores, acabaremos por aprontar poucas e boas, isso é fato. Assim que nos estabelecermos concretamente como um ser vertical, automaticamente entraremos no capítulo da Terra das Travessuras II – Alguém Me Segure!
Num belo dia iniciaremos o aprendizado com outros professores, os escolares, que virão paralelamente com os da vida, que serão os outros seres verticais com os quais começaremos a interagir, então podem chamar esse capítulo de Momento da Formação.
Passaremos então por uma longa fase onde em algum momento estaremos aptos para nos tornarmos autores e editores de nossa própria história, que podemos chamar de Era da Autoconfiança. É nessa rica e prazerosa fase que interagiremos fantasticamente com outros seres, onde começaremos a deixar que as nossas histórias sejam conhecidas por eles e ocorrerá literalmente uma troca de experiências, em todos os sentidos. O ápice dessa interação nos levará direto ao próximo capítulo: Meu Primeiro (Único, Eterno, Derradeiro) Amor!
É claro que depois, quase que imediatamente, surgem outros longos ou curtos capítulos chamados de Agora Sim Meu Amor Chegou ou Um Dia Eu Acerto, ou ainda Ninguém Me Ama. É nessa confusão que muitos outros “livrinhos” são confeccionados em nove meses...
Mas pode ocorrer também que de toda essa interação surja um novo capítulo, que também não se pode deduzir a extensão do mesmo e que será chamado por mim de Caminho da Forca, pois engraçadinho quanto a esse assunto serei sempre, mas podemos chamar amorosamente esse capítulo de Vivendo a Dois.
Voltemos no tempo desse nosso ser vertical em formação, lá para os seus primeiros editores. Agora, com a formação de uma família imediatamente assumiremos esse papel e além de ajudar a produzir uma outra linda história, não poderemos jamais nos esquecer da nossa própria e é justamente nesse detalhe que reside bruscamente o término desse capítulo, dando lugar para um que pode ser escrito várias vezes, conhecido por nós como Recomeçar.
Mas estamos aqui falando de uma história que não seja tão dramática, se é que isso existe hoje em dia, mas seguindo nessa direção, ao passarmos da fase de editores para professores, depois para “amigos para sempre”, chegaremos ao capítulo Asas da Liberdade, no momento em que os seres verticais que amamos abrem suas abas e voam, rumos às suas próprias conquistas, desafios, continuando assim a literatura que se tornou suas vidas. O que me veio à mente nesse momento é todo um novo capítulo chamado Paz ou até Dever Cumprido, interrompido bruscamente e novamente pelo capítulo Netos! Lá vamos nós de novo arrancar das prateleiras da mente nossos uniformes de editores, professores...
Enfim, quando retomarmos o capítulo da Paz ou Dever Cumprido, que ironicamente poderíamos chamar de Dever Comprido, uma nova fase se abrirá em nosso caminho, que para alguns poderá ser chamada de Merecido Descanso enquanto para outros será conhecido simplesmente como Já, e ainda para outros, aqueles que citei lá no primeiro parágrafo e que escreverão mais de 36 mil páginas de histórias, verão esse capítulo como Nunca!
Nesse momento nossa capa já fora de moda, ultrapassada mesmo, estará toda amarrotada ou meio que amassada, querendo desbotar aqui e ali, e queiram ou não queiram é o momento de começar a redigir um último capítulo, o da Despedida.
Para onde a nossa história será enviada para arquivamento ou uma continuação, eu ainda não sei. O que sei com toda a certeza é que se acabou toda a redação da passagem desse ser vertical por essa nossa vasta terra, mas é claro que quando isso ocorrer e por fim o nosso livro da vida se fechar, ele estará disponível em alguma estante desse nosso amplo Universo, principalmente na estante da mente de todos os personagens que fizeram parte do seu enredo.

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Haicai da chuva

Crying in the rain, Dudu P.


É dia de chuva
As palavras me chamam
Faz sol na alma

Isa Lisboa

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Delícia do pecada.

Sinto vibrar em mim todas as emoções
de um um navio que navega no alto mar
teu peito
delícia do pecado...

Sonho em  dar-te o meu corpo
cheirar o teu perfume
deslizar no teu dorso
e entre os teus lábios
sufocar de prazer
num amor quase lume..        

Manuel Marques (Arroz)

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Renuncie

Para que se tenha cura
De toda a infelicidade
Renuncie com bravura
Toda espécie de maldade

Pense antes de falar
E não irá se arrepender
Do que não poderá calar
E do que se submeter

Palavras bem medidas
São sempre eficazes
Sendo bem cumpridas
Evitam muitos males

Use-as com sabedoria
Aqueça-as num calor
E viva bem todo dia
Cultivando muito Amor

Pois só o Amor poderá
Trazer-lhe a libertação
Que ninguém conseguirá
Tirá-la do seu coração

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1,2,3...

1

Os verdes balançavam ao sopro dos ventos
quando marie escolheu a dedo o lugar perfeito
para o desconhecido.

2

naquele instante, do outro lado da cidade,
nos edifícios da linha esférica,
um grave inflexivo rosnava pra manter a ordem.

3

ao longe se via sonho e morte,
numa tempestiva melancolia.


Cris Campos

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Saudarde



Gilberto de Almeida
06/10/2013



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SOLARIUM por Danka Maia



Aponta-me se quiseres,

E se isto desejares.

Pois o meu apreço

É o que de ti mereço

Neste teu mundo, não há mais eu.

Fogosa é tua utopia,

O encanto se perdeu,

Foi-se o verso,

Veio o breu.
Jaze em mim
O vazio deste querer.
Lúgrime penitência de minh'alma
Funesto deste rélis ser.
Mas o que dizer?
Não foi isto que me imputastes?
Fizeste-o bem.
Eu fui, eu sou, porém serei?
Não, feneceu meu sol eu sei.
O Brilho matino da lua
Oculta as suas muitas faces,
Meros disfarces.
As tuas cairão.
As minhas brilharão,
Vem ó morte!
Afasta-me desta escuridão.
O Poeta esqueceu-se de lagrimar,
O que?
 As minhas muitas verdades,
Os teus cruéis enganos.
O Poeta me traiu.
Caí no sortilégio do teu encanto,
E o pranto?
Esvaneceu no meu despertar.
Verei o meu escopo
 Labutar na tua felicidade,
Meu brio espalmar,
O céu enegrecer,
Minha seiva se perder,
Assim num doce abandonar,
Como a lua que age fria toda vez que deixa o mar.





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Pingos de chuva molham-me o rosto...

Rosto molhado
ao sabor do vento
corpo fatigado
marcado
pelo tempo...

Imagens
em poças de água
reflectidas
calçada gasta
polida
brisa do vento
que me  afaga
dá vida...

Por ruas e vielas
sigo o caminho
o vento ronda e acalma
a chuva cai
inunda-me a alma...

E a vida safada
cansada
se esvai
no tempo
e na chuva
que cai..

Manuel Marques (Arroz)

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Haicai de chuva e sol



Há chuva e sol
Contradição aparente
Arco-Íris surge

Isa Lisboa

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Princípios de uma sociedade

Os homens caminham perdidos
Deram as costas para os feridos
Pois vidas dolorosas escolheram
E do importante se esqueceram

Crianças morrendo por dia
E famílias vivendo na agonia
Mas unidas vivem em oração
Pedindo apenas um pedaço de pão

Muitos preferem a riqueza
E outros vivem na pobreza
E todos os dias eles sofrem
Por falta de comida morrem

O sistema desse mundo
É miserável e vagabundo
A ganância os cegou a toda
E o restante que se exploda

Dignidade e caráter se esperam
De governantes que se puseram
A nos ajudar no que fosse preciso
Mas que criaram um falso paraíso

Paraíso esse de dinheiro e poder
E humilhados sem poder nada fazer
Eles esperam um dia poder ver
Um novo dia em que poderão viver

Viver num mundo sem maldade
Que valores como a lealdade
Integridade caráter e a verdade
Sejam princípios de uma sociedade

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Gestos

Foto: Zé Suassuna Oliveira
https://www.facebook.com/ze.oliveira.7315


Gestos 

Não são espinhos
São mãos erguidas ao Céu 
Meu movimento 

Dulce Morais

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Haicai Outonal

Foto: Autumn Cod_Gabriel

Há flores no chão
Laranja e dourado
Cores outonais

Isa Lisboa

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Ouvindo o teu silêncio...




Ouvindo o silêncio
escuto o silêncio da tua alma
sem amor
o teu amor
é como um mundo que não existe...

Sem o teu  amor
a vida não tem sentido!

Manuel Marques (Arroz)

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A cor

Foto: Brian Carter

A cor

Um sonho branco
Avista Terra e Céu
Despertar novo
Dulce Morais

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A viagem

Tudo começou naquela noite
Quando não sabia o que pensar
Senti algo acontecer tão forte
Forçando-me urgente a viajar

Não sei ao certo do que se tratava

Mas deduzi que uma hora talvez
Com aquelas cenas que tanto olhava
Aos poucos perderia minha lucidez

Viajando em meus pensamentos
Pude observar tudo claramente
Que a maioria dos sentimentos
Estavam gritando silenciosamente

Uma história varreu minha mente
Fiquei olhando tudo paralisado
Mas quando inconsequentemente
Um pedaço de mim ficou abalado

O Amor estava chorando baixinho
Fitando aquilo, meu coração sofria
Ao ver meu Amor naquele cantinho
E o motivo daquilo, eu bem que sabia

O Perdão me dizia em alto som
Que queria muito se libertar
Analisando achei um lado bom
Que estava na hora de eu amar

Se eu amasse e perdoasse mais
Teria muito Amor e perdão a beça
E aquelas horríveis cenas jamais
Voltariam a corroer a minha cabeça

Voltando aos poucos a mim
Peguei-me em pensamento calado
E não veria sem uma viagem assim
O quanto deles estava distanciado

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Lembranças

Imagem: Zé Suassuna Oliveira

Lembranças 

Já te conheci 
Em tempos recuados 
Teu sal respiro 

Dulce Morais

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Abracadabra , a bra ca Tubo

                                                     
                                                     Recorte e colagem  por Claudiane


Abracadabra , a bra ca Tubo , abraçando o Tubo


                             T U B O
                                M 
                                    E 
                                    L
                                    O

                                                       D E

                                                           S

                                                           P

                                                           A

                                                           Ç

                                                           ONDE                 



                                                                                  E XPANDIMOS
                                                                                  N OVOS
                                                                  OLHARE S
                                                                                  A LIMENTAMOS NOSSA
                                                                      I MAG NAÇÃO
                                                                  OUSAM S  E NADA ENQUADRAMOS.


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De contos tantos...


Contava tantos contos
que seu siso quase sempre partia. 
Uns contados ao vento,
nele se perdiam, morriam.
Noutros,
dizia tudo que sabia e não vivia.
Entregue a si mesmo,
sentia-se precito
à carne que lhe gemia,
à língua de amargo entulhada.
Pensava nos anos primeiros
onde já nada podia,
nos de agora onde tudo lhe fugia.
Riscava a face no papel,
ocupava espaços com palavras,
embolava, mastigava, vomitava.
Mantinha os olhos abertos,
os lábios melados e afiados,
preparado para o que viria.
Debruçava-se sobre os recortes
 montados de si mesmo.
Sentia as sobras e faltas
que lhe embotavam o ânimo.
Sabia-se cínico o bastante
para manter-se incólume e distraído,
aos espelhos que lhe cercavam.
Colocava todo dia 
a mesma roupa velha
e repetia o ato,
contava outros tantos contos,
alheio à qualquer tento,
soprando suas palavras adocicadas
para a nova platéia que chegava,
misturando-se à que nunca partia.


Cris Campos


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Filho

Filho é uma dádiva

Escrita num olhar
Doce e cheio de graça
Difícil de não amar

Em suas primeiras fases
As descobertas aparecem
O que é isso e aquilo
E ainda se aborrecem

Mas nada se compara
Aquele lindo olhar
Com aqueles sorrisinhos
É difícil não apertar

Ao chegarem da escola
Ansiosos para contar
O que tanto aprenderam
E aquela música cantar

Lições aqui vêm e vão
E alegria também de ver
Com aqueles ensinamentos
Aquela linda criança crescer

Um filho é uma benção
Um coração limpo e puro
É o melhor dos melhores
Presentes desse mundo

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Quadro

Foto: Brian Carter

Quadro

Pequenos gestos 
Estão gravados no tempo 
Nas cores de luz 

Dulce Morais

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RAPTO


RAPTO

Ele enfim ele chegou,
mas por hora ficara de quarentena,
enquanto isso foi montado
o grande circo midiático,
a veterinária chefe deu entrevista,
mas o principal ela omitiu
é de como foi o modo
de que aquela pobre criatura
se conseguiu.

Mas enquanto isso,
foi feito até um concurso,
para a criançada dar um nome
para aquela infeliz criatura,
que agora tem aquele triste semblante,
de uma Saudade cortante.

Mas vamos aqui tentar explicar,
o grande Crime que a pobre criatura
veia a embarcar.

A Criatura que aqui falo,
é do triste filhote de Orangotango,
Vitima de um crime hediondo,
e o pobre animal sente
seu coração bater como um estrondo.

Pois o mesmo é Raptado
assim como filhote,
da sua família é arrancado,
e esta absurda ação,
causa em sua família
total desagregação.

Então sabedor disso,
afinal qual a finalidade
de um zoo,
que para conseguir
suas atrações,
se comete tais aberrações.

Então quando for no Zoo,
procure saber de que modo
aquelas pobres criaturas
estão lá em total Amargura.

Marco Aurelio Tisi
( 02/10/2013 )

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Essência

Imagem: Zé Suassuna Oliveira



Essência
 
Esqueci o nome 
Apaguei as palavras 
Apenas sinto 

 Dulce Morais

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Isa tenta rimar

Gosto de poetar, mas uma coisa eu não sei fazer, e ela é rimar. Partilhava há dias esta minha falha poética com o colega autor Osny Alves, quando ele me ensinou algumas formas de encontrar rimas.

Por isso aqui vos deixo a minha primeira tentativa de rimar, com um obrigada ao Osny pelo incentivo a tentar esta forma poética e com um pedido de indulgência aos leitores, pela simplicidade desta primeira tentativa.


~*~

Foto da web

Queria fazer um poema
Saber se conseguia rimar
Primeiro tinha que escolher o tema
Lembrei-me da palavra amar
E então novo dilema:
Ao amor que palavras somar?
Mas poesia não é teorema
Deixei a inspiração se aproximar
Achei um fonema
Poderia fazer rima com mimar
Ou lembrando do problema
Então com apalermar
Mas para lhe fazer justiça suprema
Amar só poderia ter rima com transformar

Isa Lisboa

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O poder do Amor

Amor gera confiança
Selando uma aliança
De corações iguais
Que vão amando mais

Amor gera sensatez
Contra toda estupidez
Causada por insanidade
Que gerará deslealdade


Amor gera amizade
De uma cumplicidade
Tamanha e maravilhosa
Doce, gentil e generosa

Amor gera bondade
E toda essa caridade
Que habita nos corações
Harmonizando uniões

Amor gera satisfação
De ter Amor de montão
Para os demais passar
E o mundo transformar

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Dicotermia


O frio me desampara.
O calor está em você.

Gilberto de Almeida
01/10/2013


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