OPORTUNIDADE
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Marco Tisi,
Poema
OPORTUNIDADE
Próximo
domingo haverá Eleição,
então
estará perdida a grande Oportunidade
de se fazer
uma silenciosa Revolução,
que seria,
ninguém ir na Votação,
eis que este
nosso pobre Brasil
esta
enlameado, em todas as instâncias
de tanta má
gestão.
Mas, por
incrível que pareça
essa mesma
corruptela,
será eleita
e reeleita,
por suas
promessas de sempre,
como
acontece em toda Eleição,
e depois de
eleitos, virão à tona a revelação,
do mar de
Corrupção.
Dizem que o
Brasil é uma Democracia,
mas o voto
aqui é obrigatório,
eis ai a
grande contradição,
e assim
segue os pleitos sem modificação,
são sempre
os mesmo, ano após ano,
geração
após geração,
de políticos
de muitas hipocrisias.
Mas neste
pobre Brasil, em matéria de política,
não há
Mérito, o que há mesmo é desmérito,
e há o
Teatro dos inquéritos,
para os
políticos fazerem as gincanas
das
instâncias judiciais,
recorrendo e
recorrendo, para no fim,
esses
políticos terem seus beneméritos.
Então, vou
aproveitar a Oportunidade,
e tal qual
um “ Dom Quixote “,
vou fazer
minha solitária Revolução,
não vou
votar não,
não serei
cúmplice dessa farsa,
não vou dar
legitimidade,
para esse
políticos de sempre,
que são uma
calamidade.
Entretanto,
não existe ingenuidade,
neste
sistema todo, eis que esses políticos,
nada mais
são que o “ Espelho “ da dita sociedade ,
uma vez que
são admirados pela sua esperteza.
De chegar ao
poder, com muita saciedade,
e por isso
mesmo não haverá para a Revolução,
a grande
Oportunidade.
Marco
Aurelio Tisi
( 02/10/2014
)
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Efémera
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Isa Lisboa,
Miniconto
Uma efémera nasceu (*). Espreguiçou-se e pôs-se logo a voar.
Percorreu todo o céu que tinha ao dispor. Era feliz.
Aproximava-se a 24ª hora, olhou para baixo e observou os
humanos: “Tantas vidas têm e andam sempre presos à terra, não voam” – pensou.
Como tinha já poucos minutos, esqueceu os homens e voou o mais
alto que pôde. Até que, lentamente, e embalada pela brisa, caiu na terra, que
só estava lá para acolher a despedida da efémera que foi feliz.”
(*) A efémera é
o animal com vida mais curta no reino animal, durando, no máximo 24h.
"A cura e a inspiração" ou seria "A inspiração e a cura " ?
Arte Nancy Noel
Ei! Quem de vocês se atreveria a dizer para minha razão que todo rebuliço que senti ao ouvir a música é ilusão?
Ei! Quem de vocês ainda não enluarou algo utópico?
Confesso, apaixonei-me por uma letra e fugiu o ritmo... E sem melodia a vida passa devagar.
Relógio de pernas para o luar. Um instante é muito para contar.
Ei! Quem de vocês precisa de um empurrãozinho para primaverar, quando a nevasca deixa um gostinho de nada?
Ei! Realmente se importa se o ritmo sumiu e a nevasca surgiu? Então amigo(a), peça ao nosso bom Deus inspiração.
Impossível explicar. Sinto uma necessidade de dançar.
Já visualizo o chão cheio de flores e sinto o cheiro adocicado dos aromas.Utópico? Não acho, basta acreditar.
EI! Quem de vocês emprestaria seu anjo pessoal para que eu possa dançar ao som de uma grande orquestra angelical?
Claudiane Ferreira
Falando em anjo
" ♪ Resolvi pedir a Deus
pra que eu possa te guardar
ser teu anjo protetor
te velar e te cuidar...
Há um anjo aqui que intercede por ti
trago um pedaço do céu num olhar pra te dar...♪
Anjos de Resgate
Confesso, apaixonei-me por uma letra e fugiu o ritmo... E sem melodia a vida passa devagar.
Relógio de pernas para o luar. Um instante é muito para contar.
Ei! Quem de vocês precisa de um empurrãozinho para primaverar, quando a nevasca deixa um gostinho de nada?
Ei! Realmente se importa se o ritmo sumiu e a nevasca surgiu? Então amigo(a), peça ao nosso bom Deus inspiração.
Impossível explicar. Sinto uma necessidade de dançar.
Já visualizo o chão cheio de flores e sinto o cheiro adocicado dos aromas.Utópico? Não acho, basta acreditar.
EI! Quem de vocês emprestaria seu anjo pessoal para que eu possa dançar ao som de uma grande orquestra angelical?
Claudiane Ferreira
Falando em anjo
" ♪ Resolvi pedir a Deus
pra que eu possa te guardar
ser teu anjo protetor
te velar e te cuidar...
Há um anjo aqui que intercede por ti
trago um pedaço do céu num olhar pra te dar...♪
Anjos de Resgate
QUE SEJA MUITO FLORIDA
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Marco Tisi,
Poema
QUE SEJA
MUITO FLORIDA
É de manhã
toda enevoada,
com uma
brisa ainda gelada,
já desponta
Linda Aurora Dourada,
com trilha
sonora da Passarada,
é enfim a
Primavera
em mais uma
nova temporada.
Eis ai a
real passagem da vida,
onde espera
que tudo se cicatriza,
é o momento
da grande reflexão,
renascer em
nova transformação,
sob o
comando único e exclusivo
da Natureza,
sem mais nenhuma
intromissão.
Nada mais
existe a não ser a Natureza,
em sua mais
pura expressão.
E tal qual a
Natureza,
fazemos a
nossa renovação,
nos livrando
dos Teóricos Dissimulados,
dos Pseudos
hipócritas Espiritualistas,
dos não
Solidários temerários.
Melhor de
tudo poder viver sem ser sectário,
mesmo que
seja um tranquilo Solitário.
Então é a
chegada da Primavera,
nossa real
passagem para mais um ano de vida,
então para
Todos que sejam sinceros e verdadeiros,
“ Que esta
nova Primavera que se inicia, que seja muito Florida “
Marco
Aulreio Tisi
(
24/09/2014 )
Do Terreno e Do Divino
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EP. Gheramer,
Reflexão
Na escola dos homens o máximo que conseguiram de mim foi a submissão,
nunca a concordância. Nunca fui um bom aprendiz; nunca tive instintos de cordeiro.
Fui eu mesmo que sempre juntou os pauzinhos; sempre fiz minha própria canoa.
A escola é aquele lugar para onde me mandaram quando era criança,
para ser inoculado contra o germe do pensamento próprio, através de aplicações
terapêuticas diárias de conformismo aos padrões então vigentes que, como os de
hoje, por trás da enganosa aparência de verdades, ocultam-se interesses que, no
mínimo, não são os meus.
Eu escrevo coisas por demais humanas, mas, apesar disso, eu
percebo, uma vez ou outra, uma claridade que vem de regiões que podem ser
chamadas de divinas. São apenas lampejos de outra realidade ainda não alcançada
por minha alma, que está por demais presa a esse corpo material. Ao ler
Filocteto, de Gide, Igtur, de Mallarmé, os Evangelhos, o Gênesis... sinto que
venho ou estou indo para regiões divinas. Parece que os personagens falam de
coisas já há muito conhecidas por minha alma. Será que nascerei para esta outra
realidade que hoje, mais do que ontem, sinto perto de mim? Ou será que meu espírito está se preparando para abandonar este corpo terreno e voltar às regiões que lhe são próprias?
Será necessário morrer para nascer divinizado, assim como talvez tenha sido
necessário abandonar o divino para nascer terreno? Já antevejo os primeiros raios
do amanhecer!
O que mais me espanta – e extasia – não é o homem ser um ponto no universo infinito; o mais espantoso é ele trazer dentro de si a
percepção deste mesmo universo.
Por EP.Gheramer
Imagem: Web
Imagem: Web
Eu Mataria Jesus?
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Crônica,
EP. Gheramer

Enquanto tomava o cafezinho no bar, distraidamente meu olhar pousou em um
adesivo afixado na caixa registradora onde o proprietário estava. No adesivo
estava escrito: “Jesus é a razão do meu sucesso”. Era uma manhã fria. Olhei
para o homem que estava atrás da máquina: estatura média, barriga proeminente,
cabelos pretos, barba por fazer, vestia uma roupa que me pareceu surrada. Supus
que o adesivo fora afixado por ele. Sem fazer nenhum julgamento girei sobre os
calcanhares e da porta fiquei saboreando o café e olhando o movimento dos
carros e das pessoas na rua. Centro da cidade; muito barulho. As palavras do
adesivo continuavam em meu pensamento. Por que ele havia colocado aquele
adesivo? Acreditava mesmo no que estava escrito? O que seria o sucesso para o
dono daquele bar? O que seria o sucesso para as pessoas que pela rua passavam
apressadas? E para mim, o que é o sucesso? Fui levado pelo pensamento a me
perguntar quantas pessoas teriam a coragem de usar aquele adesivo se Jesus
aparecesse nos dias de hoje, em pleno século 21? Com a globalização e o
interminável fluxo de informações a nos bombardear de todos os cantos do
planeta e muitos mestres e gurus aparecendo e, ainda, com o avanço da Ciência levando o
homem a questionar a existência de um Deus, será que ele seria morto como foi?
E como uma coisa leva à outra, de volta para casa pus-me a imaginar e a escrever
sobre o assunto. Penso melhor quando escrevo.
Fiquei a imaginar se, de repente, aparecesse
alguém dizendo que era o filho de Deus e que havia “chegado o reino dos
céus!". Ora, que reino é esse? Que céu é esse? E mais: o filho de Deus?!
Havia um povo - o povo judeu - que em sua
religião, o Judaísmo, esperava um novo reino que seria instaurado pelo enviado por seu Deus que, esperavam
eles, lhes devolveria a supremacia e a liberdade há tanto esperadas por um povo
escravizado. Esse esperado - o
Messias - viria restaurar o reinado do povo de Israel, derrubando - pela força
- o opressor: o Império Romano.
Ora, ora, ora... Quão grande fora a decepção quando
o tal esperado disse: "O meu Reino não é deste mundo".
. Era um louco! Quanta bobagem ele falava! Não era desse mundo... De que mundo
ele falava? Era o Messias... Definitivamente: era louco!
E se hoje, no ano de 2014, aparecesse alguém
dizendo o mesmo, quem lhe daria ouvidos? Paro um pouco para imaginar a
situação. Concluo que pensaria como eles: era um louco! E como a religião não
tem a mesma força que tinha; talvez ele não fosse morto na cadeira elétrica, na
forca ou à paulada e muito menos numa cruz, mas, sem dúvida, o mataríamos
mentalmente, marginalizando-o, à semelhança do que acontece hoje com aqueles
que se dizem ou são diferentes de nós.
Religião era algo muito sério.
Muitos de nós talvez nos sintamos horrorizados
pelo que fizeram com Jesus. E mais: pensamos que se fosse hoje não faríamos o
mesmo. E por quê? Como naquele tempo, também hoje só esperamos coisas
materiais, coisas que podem ser compradas. Inclusive a tal da felicidade. Felicidade
é uma ideia, não tem existência física para que possa ser encontrada. Coisas
humanas, humanas demais!
Não me engano pensando que os homens daquele
tempo eram diferentes ou que nós sejamos diferentes deles. Não. Talvez se possa
dizer que tudo o que o ser humano sempre esperou, foram por melhorias palpáveis
e que pudessem ser ostentadas para serem vistas pelos outros. O problema surge quando
as melhorias que alcançamos ficam além do necessário – o tal do supérfluo - e
aí se estabilizam, tornando-se parte de uma civilização vulgar e superficial. Penso
que o desenvolvimento tecnológico e tudo o que ele nos trouxe foi mais conforto
e praticabilidade, mas não fez do homem seres humanos melhores. Ou será que
fez?
Muitos podem achar que é um erro pensar assim e
se mostram indiferente. O pensar sobre certas coisas dói nas consciências
daqueles que ainda têm o privilégio de as terem. Então, finalmente, podem
concluir: o que é este artigo, esta folha de papel virtual escrita? Nada! Não
passa de "papel” sujo de "tinta", de bobagens virtuais de quem
não tem o que fazer. E então vão deixar pra lá. Eu também faria o mesmo. Porém,
minha esposa certo dia me disse que "toda
palavra é uma semente". Será?
Então fiquei a pensar: o
que aquele homem chamado Jesus, que se dizia o Filho de Deus, veio fazer aqui
entre os homens? Ele disse que Deus é amor. Mas, o que é o amor? Um casal não
diz que vai para a cama fazer sexo, diz que vai fazer amor! Há algo de podre no reino da Dinamarca!
Hoje como ontem o ser
humano procura ser feliz e achando poder encontrar isso numa segurança que pode
ser comprada. Mas que tipo de segurança é essa que sempre foi procurada e ainda
não foi encontrada? É ela que nos trará
a felicidade?
Fico pensando que o homem
tem duas alternativas para sentir-se seguro.
A primeira é procurar esta segurança
através de vínculos materiais com o mundo e que – penso – só destroem a liberdade
e a integridade do ser humano. E a outra é a de unir-se ao mundo na
espontaneidade do Amor.
E como se faz isso?
Quanto à primeira já há muito
estamos tentando e não parece que a conseguimos. Tem sido apenas um incessante
buscar.
E a segunda alternativa? Como
se faz para alcançá-la? Bem, aquele homem dizia que ele era O Caminho para isso.
Ainda pensando nisso, levanto
de onde estava escrevendo, vou até a janela e olho para rua onde as pessoas
continuam passando apressadas, em sua lida diária, como sempre tem sido na
história da humanidade.
E eu me pego a questionar: Se
isto é verdade, será que eu mataria Jesus se sua primeira vinda acontecesse
hoje e não há dois mil anos atrás?
Por fazer parte da espécie
humana e para ser coerente com o que escrevi até aqui, eu me vejo na obrigação dialética
de concluir:
- Sim, eu mataria Jesus.
Por
EP.Gheramer
Dialética: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9tica
Imagem: Web (editada)
Na escuridão da noite
Labels:
Gilberto de Almeida,
Poema
Na escuridão da noite,
quando as pombas voam,
se não estamos atentos,
mal as percebemos.
E assim, mal percebemos,
na escuridão da noite,
quando os anjos velam,
se não estamos atentos.
Se não estivermos atentos,
procurando por algo no céu,
virão as pombas,
virão os anjos,
e, de sua passagem alva,
de sua passagem luminosa,
nossos corações desprevenidos
continuarão de noite.
Gilberto de Almeida
21/09/2014
Idílio a amada
Labels:
Josué Brito,
Poema
Envolvo-me no teu olhar...
Labels:
Manuel Marques,
Poema

Há em nós um sossego abstracto
será o medo de nos termos perdido...
em teu olhar me encontro
porque me alcança o teu olhar
quando te revejo em teu retrato...
Amo-te de um amor que tudo deseja
teu olhar é um sorriso de saudade
toca-me de tão longe
onde estão as noites que nos ensinaram a amar?
Envolvo-me no teu olhar
o amor substitui
o luar que tudo ilumina...
Manuel Marques (Arroz)
PRIMAVERA EM MIM.
Labels:
Maristela Ormond,
Poema
(Por Maristela Ormond)
O inverno vai embora,
Levando consigo histórias.
Uma nova fase aflora,
Para cantarmos vitórias.
Chega dentro de nós a primavera.
Com flores que prometem alegria,
E nosso coração acelera,
E a vida desafia…
É assim que são os homens,
Cheios de fases distintas,
Tal qual os monstros que somem,
Quando batalhas são extintas.
Penso que devo permitir,
Que toda fase se insira em mim.
Porque terei oportunidade de abolir,
Aquilo que me foi ruim.
Não fossem novos desafios,
Não fossem novos acontecimentos,
Não sairíamos do frio,
Para saborear novos momentos.
Tal qual a primavera que chega,
Quero abrir-me feito a flor.
Quero o Sol que me aconchega
E entregar-me ao amor.
Escrever-te
Labels:
Isa Lisboa,
Poema
![]() |
| Foto: Remember me by Alex Cruceru |
Não
consigo escrever-te
Até
que venhas
Não
consigo escrever-te.
Sei-te
Sei
os teus olhos
E a
tua voz
E a
tua mão na minha
A
tua pele
Oh,
a tua pele colada
Em
mim
Os
teus lábios, o sabor deles
A
levarem-me para lá
Para
fora de mim
Os
teus lábios.
Sei
tudo.
Sei-te
todo.
Mas
não consigo escrever-te.
Até
que venhas.
Tatuagem do bem
Imagem Web
Trouxe uma flor amarela
Sem saber, atraí uma aquarela
Que pintou o meu riso no sorriso dela
Embaralhamo-nos.
Veio o vento. Levou o cigano e a flor.
Kyra, não viu. Pressentiu!
Banhava-se no mar.
Qual a cor, que verso fazia,
se a rima no início era de pura magia?
Uma incógnita ainda há ser desvendada
No verde, esperança dos dias!
Aquarela descoloriu-se. Pintura salgada.
Debruço-me nas linhas escritas em meu coração,
Alento é saber que a tatuagem ninguém roubará,nem o tempo.
Claudiane Ferreira
"Para aonde vai uma canção depois do acorde final?
Vander Lee
As sombras
Se não há mais nada,
apenas,
as sombras são
assombração;
se não amais nada,
há penas!
Gilberto de Almeida
16/09/2014
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Imagem - Evolução - Lá na rua tem um homem caído na calçada - um senhor falou para um menino que estava ao seu lado. ...
























