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A MINHA TV, A SUA TV, DEPENDE DE QUEM VÊ.
Labels:
Crônica-Poema,
Maristela Ormond
Esvaindo-se em lágrimas
A fome lá na Somália.
Disseram que lá eles passam
Pela maior seca e tomam água suja, suja...
Perderam famílias inteiras e algumas mulheres subnutridas
Fugiram com seus filhos semimortos
Em busca de vida, vida...
Ela mostrou também, grandes potências,
Quase entrando em grandes guerras
Ainda procurando a mais poderosa arma para matar.
Ataques com armas químicas, crianças e inocentes sofrendo,
Com objetivo territorial, território este, que não será usado por ninguém,
Pois “ninguém” não é um humano precisando,
Mesmo porque esse território será usado sim para fazer covas rasas,
Perante a quantidade de mortos sem túmulos,
Na queima de cérebros e neurônios,
Em busca de morte, morte...
Mostrou também terrorismo por conta de ideais religiosos
Em nome de um Pai que é de todos,
Veem-se no direito de matar
Inúmeras pessoas, com um homem virando bomba, bomba...
Vi também em minha tevê, crianças parrudas e brancas,
Fazendo pinturas em ovos para comemorar a Páscoa,
Que é o símbolo da ressurreição de Cristo.
Bolachas, biscoitos, chocolates, de vários tipos,
Pintados à mão, fora aqueles confeccionados,
Com apliques de pedras preciosas para serem comprados
Pelos tubarões, tubarões...
Eu vi tanta fartura e vi tanta miséria...
Tanto tudo, tanto nada.
Vi até minha tevê como um aparelho bipolar,
Ora chora, ora ri e assim me distrai,
Deixando vários olhos cheios de mágoa, mágoa...
Nó!
Poesia inspirada no trabalho "Saia da rotina" do livro "A vida se resume em poesias", da poetisa Mayara_Orcelino, pois parece que foi feita para mim, leia depois retorne aqui para ver o que senti...
Tão eu,
me descreveu
com perfeição,
mundo cão,
compromissos mil,
quase senil,
de tanta agitação,
pobre do meu
coração,
quer descanso então,
quer tranquilidade,
diversidade,
namorar até tarde,
mas a
responsabilidade
é algo cruel,
detona este Joel,
que quer do Papai
Noel
um cantinho do céu,
só pra relaxar,
só para poder mais
amar,
só para se
embriagar
nos carinhos do meu
lar!
Ternura do amanhecer...
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Manuel marques.poema
Somos o simples fluido do vazio
apenas resta um silêncio interminável
para o meu coração basta o teu peito
e o que mais quero é um abraço teu...
Em cada noite existe uma morte silenciosa
olhares perdidos no delírio das razões
e na ternura do amanhecer apenas queria acordar nos teus braços...
Manuel Marques (Arroz)
apenas resta um silêncio interminável
para o meu coração basta o teu peito
e o que mais quero é um abraço teu...
Em cada noite existe uma morte silenciosa
olhares perdidos no delírio das razões
e na ternura do amanhecer apenas queria acordar nos teus braços...
Manuel Marques (Arroz)
Sou contador de estrelas
Sou contador de estrelas
Sempre o serei
Aprendi de menino
Do alto de montes
A contar uma a uma...
Uma menina me ensinou
Foi assim:
Um dia em segredo
Bem devagarinho
Pus-me a contá-las
Sem pressa
Num céu azulzinho
Pus em todas o meu dedo,
Eram tantas e belas
Que o próprio sol
Adiou-se em nascer
E adoeci sem saber;
E todas brilhavam,
Pulsavam pra mim
Menino chorando
De entre os montes,
Adormecido
Ah, eram dois montes
A caixa
Uma poesia/música sobre as sorrateiras formas de escravidão vivenciadas na atualidade.
"A CAIXA"
Escraviza-te.
Escraviza-te por uma pequena caixa,
uma caixa fria e rasa.
Escraviza-te e esquece-te daquilo que é real
e importante, do físico, do que é profundo.
Escraviza-te veemente e conscientemente por aquilo que te faz bem transitoriamente.
Escraviza-te e te tornas frio como a caixa.
A caixa que contém muitos mundos, vozes e faces.
A caixa que mal sabe teu nome, que dirá teus sentimentos!
Ela só sabe daquilo que demonstras por fora, mas não entende teus pensamentos.
Sempre que desejares presenças reais, deixes a caixa de lado e com certeza, te surpreenderás.
Marcilane Santos, 07/05/16.
Imagem: http://soumaislive.com.br
Secreta distância em que te toco...
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Manuel marques.poema
Vivo em teu corpo nu
viajo por labirintos e durmo com a saudade
não sei se o mundo existe,se nós existimos...
Ainda sinto na minha boca a volúpia ardente dos teus beijos
os teus seios,cheios de lua cheia
o teu corpo vibrante de desejos...
Vivo dos silêncios onde guardo o teu amor
existência incerta que procuro
na secreta distância em que te toco...
Manuel Marques (Arroz)
viajo por labirintos e durmo com a saudade
não sei se o mundo existe,se nós existimos...
Ainda sinto na minha boca a volúpia ardente dos teus beijos
os teus seios,cheios de lua cheia
o teu corpo vibrante de desejos...
Vivo dos silêncios onde guardo o teu amor
existência incerta que procuro
na secreta distância em que te toco...
Manuel Marques (Arroz)
Acróstico para uma sociedade embrutecida (ou masculinizada, o que vem a ser a mesma coisa)
U ma
L embrança
H umilde...
E xiste
R emédio, mas ele é imponderável...Gilberto de Almeida
08/03/2017
Vem! sai de dentro de mim e abraça-me...
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Manuel marques.poema
Encho os meus olhos com as lágrimas dos teus olhos
e os teus olhos nublados de novo brilham
vieste e eu dei-te abrigo no meu corpo
como é triste não te poder guardar dentro de mim...
Atravessa a névoa da noite e vem
descobre em mim todo este amor que se esconde
vem! sai de dentro de mim e abraça-me...
Manuel Marques (Arroz)
e os teus olhos nublados de novo brilham
vieste e eu dei-te abrigo no meu corpocomo é triste não te poder guardar dentro de mim...
Atravessa a névoa da noite e vem
descobre em mim todo este amor que se esconde
vem! sai de dentro de mim e abraça-me...
Manuel Marques (Arroz)
Se fosse mar abraçava todos os rios ...
Labels:
Manuel marques.poema
Nas mãos sinto a saudade do teu corpo
na poesia que não escrevo todo o amor que não te dei
e tu voltas sempre por outro caminho onde não te encontro...
Se fosse mar abraçava todos os rios para te encontrar
inundava o mundo com vagas de águas calmas
até que os rios me devolvesse o teu amar...
Manuel Marques (Arroz)
na poesia que não escrevo todo o amor que não te dei
e tu voltas sempre por outro caminho onde não te encontro...
Se fosse mar abraçava todos os rios para te encontrar
inundava o mundo com vagas de águas calmas
até que os rios me devolvesse o teu amar...
Manuel Marques (Arroz)
Moldando-se
Poema escrito para este concurso do Wattpad, inspirado numa imagem: Uma semana, uma imagem...
Se máscaras usa o
ser
Deve ter um porquê
Ou tem medo de
sofrer
Ou quer se esconder
Imaginem sua
situação
Vive numa encenação
Hoje mocinho, amanhã
vilão
Qual a sua real
emoção?
Deles eu tenho dó
Pois não sei o que
é pior
Se é quando se
encontram só
A tristeza na
garganta tal um nó
Espero que encontrem
um caminho
Para escapar deste
atuar mesquinho
Pois na vida é
preciso carinho
E isso não se
consegue sozinho
E vivendo a se
enganar
Chegam sempre a
magoar
Seja o seu próprio
par
Seja alguém que
está a lhe amar
O primeiro passo é
destruir
Essa máscara que
pode ferir
E com o rosto livre
decidir
Qual melhor rota a
seguir
Pode ser difícil
sem essa proteção
Pode a dor macular a
razão
Pode até sofrer o
pobre coração
Mas estará livre de
qualquer encenação
O QUE É AMOR?
Labels:
Crônica. Maristela Ormond
O QUE É AMOR?
(Por Maristela
Ormond)
“O amor motiva a necessidade de proteção
e pode se manifestar de diferentes formas: amor materno ou paterno, amor entre
irmãos (fraterno), amor físico, amor platônico, amor à vida,
amor pela natureza, amor pelos animais, amor altruísta, amor próprio, e etc.
Etimologicamente, o termo “amor” surgiu a partir do
latim “amor”, palavra que tinha justamente o mesmo significado que
atualmente: sentimento de afeição, paixão e grande desejo.
Definir o que é o amor não é uma tarefa fácil, pois
para cada pessoa, o amor pode representar algo diferente”.
É realmente
difícil conceituar amor. Amor pode ser definido de várias formas, uma vez que
ele apresenta-se também de forma variada. Como vimos acima são tipos
diferenciados de amor, mas amar, amar mesmo de verdade, como podemos definir
esse sentimento?
Se formos
recorrer aos ensinamentos de nosso Mestre chegaremos à conclusão de que não só
o conceito é muito complicado de ser explicado, mas também como materializar
esse sentimento... Aliás, não estamos aqui falando de religiosidade, mas o
único mandamento e a única religião que nos foi deixada por Ele foi baseada no
amor. Quando Ele disse “Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei”, foi
que o “caldo engrossou”. Como posso amar a qualquer um? Como posso amar alguém
a quem não conheço ou alguém que não faz parte de meu rol de amizades
carinhosas? Posso compadecer-me de alguém, posso auxiliar alguém quando haja
necessidade de praticarmos a fraternidade em relação a outrem, mas será que
realmente estou fazendo isso por amor?
Quando se
trata de amor a coisa fica complicada. Quantas vezes você já se perguntou por
que ama determinada pessoa e acaba se sentindo um imbecil a mais a face da
Terra não é mesmo? Sim. Sei que isso já aconteceu com você e acontece com
várias pessoas.
Acredito que
o amor tem muito a ver com o olhar que lançamos para as pessoas e coisas. Esse
olhar que é proveniente da função de nossos olhos, olhos esses que percorrem
tudo a nossa volta, tanto objetos como pessoas, é que vai identificar se amamos
ou não.
Parece meio
complicado de entender, porém aquele algo inusitado, aquela pessoa, aquele
objeto que faz com que nosso coração bata descompassadamente, que nosso corpo
produza um calafrio, um suor mais intenso, pode significar que nossas emoções
foram remexidas e o comando de nosso cérebro grava através de nossos olhos, uma
foto que é revelada em nossa cabeça e pregada na coleção de imagens que
guardamos em nosso painel de estimação. Sim. Vivemos colocando fotos novas em
nosso painel e isso vai acontecer até o final de nossas vidas.
Você agora
deve estar se perguntando: então o que é o amor? Amor é tudo isso. Amor é
sentir a necessidade de doar-se, é sentir a necessidade de proteção, é sentir
que existe alguém ou algo maior que nos acaricia em todos os momentos, sejam
eles felizes, sejam eles menos felizes. Mas que obteremos respostas para nossos
desejos mais íntimos em relação aos outros e a nós mesmos. Amar realmente é ser
até um pouco egoísta porque doando amor, estaremos também recebendo amor e na
verdade queremos e precisamos nos sentir amados.
Então vamos amar,
amar tudo que nossos olhos podem enxergar de belo e se não for belo, tentaremos
ao menos torna-lo algo belo através do olhar que lançarmos que com certeza será
compreendido, correspondido e guardado no painel dos outros seres com quem
compartilharmos nosso olhar de amor.
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