Força inata
Erguer
na vida
a per-
vertida...
Poder
da lida
enter-
necida.
Atento,
o amor
isento
resgata
a for-
ça inata.
Gilberto de Almeida
11/11/2018
Trovas da Vida - IX
Sobre a paz, há uma verdade
intrigante, mas segura:
- Não tem paz quem a deseja;
só tem paz quem a procura!
Gilberto de Almeida
10/11/2018
Pena de morte
do Cristo, do cristão e de quem mais
cultiva, da consciência, no cenáculo
brandura, compaixão, amor e paz.
Sequer do criminoso, o espetáculo
da pena derradeira (esse fugaz
narcótico dos néscios, o pináculo
do engodo)..., nunca a morte lhe compraz!
Banhado na serena luz da prece,
chorando, condoído, a rasa pena
o servidor do Cristo se entristece
ao golpe da mortal insensatez.
Porém, nem ao carrasco, não condena,
pois traz gravado n'alma o "não julgueis"...
Gilberto de Almeida
08/11/2018
O processo
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Gilberto de Almeida,
Poema
Os candidatos.
As pessoas.
A natureza.
Processo eleitoral.
Diálogo.
A fauna.
Debate.
Debate.
Embate.
Deselegância.
Pugilato.
Predação.
Acusações.
Rupturas.
Morte.
Fim do Processo.
Fim da amizade.
Fim da vida.
Gilberto de Almeida
05/11/2018
Até que encontre vida após a morte
O espírito encarnado, em maioria,
transita pela vida, inconsciente,
pois nada vê, nem mesmo desconfia,
da imensidão do mundo que não sente.
Aquilo em que acredita e que diria
ser fato incontestável, tão somente
é sombra, a escurecer a luz do dia
que resplandece em plano diferente.
A alma é tudo, a carne é quase nada!
Matéria é realidade empobrecida...
Porém, se traz a vista enevoada,
em meio às ilusões de toda sorte,
a alma vive a morte nesta vida
até que encontre vida após a morte!
Gilberto de Almeida
24/10/2018
Trovas da Vida - VII
A violência no mundo
é forjada a cada instante
em que o pai não mostra ao filho
como amar seu semelhante.
Gilberto de Almeida
22/10/2018
Trovas da Vida - VI
Defender um candidato
deixa a pessoa cega.
Se ele afirmar, ela apoia;
Se ele negar, ela nega!
Gilberto de Almeida
22/10/2018
Reencarnação - Reviver XXII
Pungente, o despertar da alma estarrecida,
no átrio do triunfo, além da sepultura.
Atrás de si, o pó, a morte, a cova escura;
adiante, a imensidão que pulsa e que convida!
Por força irresistível sente-se atraída
ao seio do zimbório, à imensa altura...
Mas, dor! Eis que a ilusão, no além, se desfigura,
pois pesa sobre a alma a inércia de uma vida!
Que fez da existência o espírito que avança?
Que saldo de bondade, amor, ou de esperança
entrega ao Criador a alma resgatada?
Viveu no ócio, no egoísmo e quase nada
devolve a Quem lhe concedeu tamanha prenda...
Retorne, então - e ame mais! - até que aprenda!
Gilberto de Almeida
20/10/2018
O pleito
Lá vai a multidão desenganada
no antigo pugilato da ilusão.
Embora conhecida a mesma estrada,
por ela, entorpecidos, todos vão!
Um clama - poucos pensam! - outro brada
e cada qual possui a solução...
Ninguém, contudo, escapa da cilada
na qual despreocupados cairão.
Amados meus, mostrai sabedoria:
- não é das aparências que se faz
o dom da liderança que irradia
justiça, entendimento, amor e paz.
Buscais por vosso líder? Eu diria:
- olhai, no coração, o que ele traz!
Gilberto de Almeida
18/09/2018
No outro lado da noite o amor ainda existe…
Labels:
Manuel marques . poema
Ao meu redor a noite cheia de silêncio
procuro-te na madrugada e não te encontro
As minhas noite e dias esperam por ti...
Noites de solidão
sob as estrelas do vazio do meu quarto
noites que se tranformam num deserto…
Cada dia te quero mais
amor sem corpo e sem olhar
no outro lado da noite o amor ainda existe…
Manuel marques (Arroz)
procuro-te na madrugada e não te encontro
As minhas noite e dias esperam por ti...
Noites de solidão
sob as estrelas do vazio do meu quarto
noites que se tranformam num deserto…
Cada dia te quero mais
amor sem corpo e sem olhar
no outro lado da noite o amor ainda existe…
Manuel marques (Arroz)
Saudades
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| ... |
ontem Ela estava bem aqui
e hoje não a encontraram mais
a morte posicionada bem ali
deu seu toque tornando sagaz
calculando minuciosamente
aqueles passos a serem dados
para Ela que estava sorridente
dizendo adeus aos seus amados
Ela foi trilhar outros horizontes
deixando conosco suas vitórias
aos passos daqueles montes
com toques das suas histórias
passagens assim nunca são fáceis
deixam as marcas com saudades
mas também aqueles incontáveis
momentos ricos de felicidades
homenagem à minha tia avó
Voo atrás de sonhos
Labels:
Manuel marques . poema
Ergues o olhar
teu beijo desponta no meu peito
não importa até aonde o vento me leva
procuro palavras para ir ao teu encontro...
Há tanta solidão a bordo da minha alma
teu corpo um oceano iluminado
teu beijo espuma de água salgada...
No silêncio da noite destroçando a lua
o sol nasce no meu peito
voo atrás de sonhos
na esperança que me encontres neles..
Manuel Marques (Arroz)
teu beijo desponta no meu peito
não importa até aonde o vento me leva
procuro palavras para ir ao teu encontro...
Há tanta solidão a bordo da minha alma
teu corpo um oceano iluminado
teu beijo espuma de água salgada...
No silêncio da noite destroçando a lua
o sol nasce no meu peito
voo atrás de sonhos
na esperança que me encontres neles..
Manuel Marques (Arroz)
Na outra margem do tempo..
Labels:
Manuel marques . poema
O amor dorme no silêncio vazio
no vazio que o vazio inunda
as tuas noites vazias,fazem parte da minha história...
Porque na distância que nos separa
há entre o coração e o tempo
amor por fora e por dentro...
Porque também o amor vive no silêncio
ama-me que é tempo agora
porque o silêncio dói,na outra margem do tempo...

Manuel Marques (Arroz)
no vazio que o vazio inunda
as tuas noites vazias,fazem parte da minha história...
Porque na distância que nos separa
há entre o coração e o tempo
amor por fora e por dentro...
Porque também o amor vive no silêncio
ama-me que é tempo agora
porque o silêncio dói,na outra margem do tempo...

Manuel Marques (Arroz)
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