Sob os lençóis
Tenha pudores
Acalme os ânimos
Nesta esfriada noite.
Venha calada e benta
Que te espero nu
Sob as cobertas amarrotadas.
E ao deitar
E ao olhar,
Suspiros,
Largados gemidos.
Perdição de sucumbir.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
Publicações populares
-
Imaginada por Claudiane Ferreira e realizada por Sandro Panografia (dois colegas autores no Tubo de Ensaio - Laboratório das Artes ...
-
- A Arminda ainda tem a alma juvenil. - Pois é... Uma jovem de noventa anos. - Dança, brinca, dá risadas, anda de bicicleta... - ...
-
Foto: Been locked too long _Megyarsh Não sei Para onde vá Não sei… Voltar atrás; Espera-me O que já foi O que não quero m...
-
SOBREVIVER Agora o que mais quero é Sobreviver, só quero outra vez me reconhecer, não quero ter expectativa, nem quero alter...
-
Rapazes loquazes no ensejo de um beijo. Audazes, mordazes; eu vejo o festejo. Mas antes que partam, farsantes, ...
-
Crying in the rain, Dudu P. É dia de chuva As palavras me chamam Faz sol na alma Isa Lisboa
-
Da manjedoura, há dois mil anos, surge à mente, dos labirintos da memória, tênue aviso de paz, a incomodar-nos, num conciso lem...
-
"Para encontrar a esperança é necessário ir além do desespero. Quando chegamos ao fim da noite, encontramos a au...







4 comments:
Paulo Rás, gostei muito da ilustração e da forma que foi construída a poesia.
Venha calada e benta
muito reflexivo esse verso
Abraço.
Único, meu amigo! Abraços!
Momentos em que nada é preciso dizer... O amor fala por nós!
Abraço
Isa Lisboa
=> Instantâneos a preto e branco
=> Os dias em que olho o Mundo
=> Tubo de ensaio
=> Pense fora da caixa
Muito "intimo" e intenso, Paulo!
Gostei!
=> Crazy 40 Blog
=> Pense fora da caixa
=> Tubo de Ensaio
=> MeNiNoSeMJuIz®
Post a Comment